Nada aterroriza mais um jovem brasileiro do que ouvir, do nada, a palavra “emprego” ecoando pela casa. O instinto de sobrevivência ativa automaticamente, o suor escorre, e o coração dispara mais do que quando a mãe grita o nome completo.
Afinal, o verdadeiro ninja não é aquele que escala paredes ou luta contra vilões, mas sim quem consegue evitar um “e esse emprego, hein?” vindo dos pais. Técnicas avançadas incluem: fingir que está dormindo, sair sorrateiramente do cômodo e até desligar a TV na velocidade da luz.
Se fosse um jogo, o nível “fugir da responsabilidade” seria o chefão final.