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O dilema de empresta dinheiro para o amigo

O dilema de empresta dinheiro para o amigo

A arte de emprestar dinheiro para amigos é uma verdadeira encruzilhada emocional. De um lado, o castelo brilhante da amizade eterna, só que sem o seu dinheiro. Do outro, a tempestade da culpa e a possibilidade de ficar com seu suado dinheirinho, mas com uma amizade no limbo.

Emprestar dinheiro é quase como apostar na loteria, mas sem os comerciais felizes de vencedores. Se você ganha, pode até ser que o amigo pague de volta e a amizade continue firme. Mas se você perde, a chance de ver aquele dinheiro novamente é tão pequena quanto a probabilidade de um brasileiro não gostar de um churrasco.

Não emprestar, por outro lado, é garantir que suas finanças permaneçam intactas. Porém, cada encontro com o amigo pode virar um drama digno de novela das oito, com direito a olhares de desapontamento e silêncio constrangedor.

No fundo, é como escolher entre o samba e o pagode: os dois têm suas vantagens e desvantagens, mas uma coisa é certa, qualquer escolha vai dar o que falar. E a gente sabe, não há nada mais brasileiro do que transformar uma situação difícil em motivo para uma boa risada.

Na tranquilidade de um sofá verde

Na tranquilidade de um sofá verde

Na tranquilidade de um sofá verde, bem no meio da sala, um sujeito vivencia aquele clássico momento de autoengano. Ele, relaxado, quase cochilando, chama pelo “amor” com uma confiança digna de quem esqueceu o próprio status de relacionamento. A cada chamado, a voz vai ficando mais desesperada, como se esperasse uma resposta que nunca vai chegar.

De repente, a realidade bate forte e o sujeito se lembra da verdade que seu subconsciente tentava esconder: “Aê, eu sou solteiro.” E assim, numa epifania, a serenidade volta ao seu rosto, como se o fato de não ter com quem dividir o sofá fosse um alívio inesperado. Afinal, quem precisa de amor quando se tem duas almofadas macias e a liberdade de ocupar todo o espaço?

Esse é o poder do autoengano, que transforma uma sala vazia num cenário de comédia onde a realidade sempre tem a última palavra. O sofá continua verde, as almofadas continuam ali, e o sujeito, bem, ele agora tem uma história engraçada para contar… para ele mesmo.

Os peixinhos têm suas próprias desventuras cotidianas

Os peixinhos têm suas próprias desventuras cotidianas

No mundo subaquático, os peixinhos têm suas próprias desventuras cotidianas, dignas de um roteiro de novela das seis. Imagine só: nadar tranquilamente para o trabalho e de repente dar de cara com um milagre bíblico em plena segunda-feira. Enquanto os humanos reclamam de trânsito e engarrafamentos, os peixes agora têm um novo motivo para o atraso: a travessia do Mar Vermelho.

E aí, como explicar para o chefe, que já está com aquele olhar de “lá vem desculpa esfarrapada”, que o problema não foi a correnteza ou os predadores marinhos, mas sim um homem misterioso, com um cajado, abrindo caminho bem no meio do oceano? “Desculpe, chefe, mas não dá pra prever esses eventos divinos no meio do expediente.”

Aí vem a cereja do bolo: ao invés de estresse e buzina, os peixes ficam ali, flutuando, observando o espetáculo com a mesma expressão que a gente tem quando o elevador quebra e precisamos subir pela escada. “Ah não, justo hoje!”

Esse é o cotidiano dos peixes, onde até os fenômenos sobrenaturais viram motivo de meme e a paciência tem que ser maior que o oceano. Quem disse que vida no mar é fácil? E lá vamos nós, navegar por mais um dia, torcendo para que o próximo milagre não aconteça na hora do rush aquático.

Eu gosto é assim, Amostradinho

Eu gosto é assim, Amostradinho

A criatividade do brasileiro é realmente sem limites. Quando a necessidade bate à porta, o jeitinho brasileiro aparece com força total. Veja só essa obra de arte da engenharia caseira: um botijão de gás com uma tomada elétrica! Só falta colocar um adesivo de “não tente isso em casa” para completar a cena.

Quem disse que segurança e praticidade não podem andar juntas? Aqui temos uma solução que junta o útil ao, digamos, um pouco questionável. A inovação é tanta que até parece que estamos vendo um novo conceito de eletrodoméstico: o “eletrogás”. A promessa é simples: gás e eletricidade em um só pacote, eliminando a necessidade de várias conexões na cozinha.

E para aqueles que gostam de viver a vida no limite, nada como a emoção de um “faísca party” ao acender o fogão. A cada vez que você conectar a tomada, a adrenalina sobe, e você pensa: será que hoje vai dar certo? É uma verdadeira roleta russa culinária.

Em tempos de altos preços e dificuldades, essa invenção poderia até virar um produto comercial. Com um bom marketing, daria até para lançar a campanha: “Cansado de pagar caro por eletricidade? Use o Gás-Toma!”. Afinal, economizar é palavra de ordem no Brasil, e qualquer ideia que possa ajudar a diminuir os custos do lar é sempre bem-vinda.

No final das contas, só podemos admirar a engenhosidade e torcer para que a criatividade dos nossos compatriotas continue a florescer. E, claro, sempre com muito humor e aquela dose de coragem que só o brasileiro tem.

Quando o assunto é dividir a conta

Quando o assunto é dividir a conta

Quando o assunto é dividir a conta do restaurante, a situação vira um verdadeiro campo de batalha. Aquele momento em que todo mundo finge estar ocupado, mexendo no celular, e a calculadora vira a melhor amiga para descobrir quanto cada um deve. É quase uma missão impossível, cheia de drama e suspiros profundos.

Agora, quando chega a hora de dividir os bens no divórcio, a história é outra. É como se a pessoa ganhasse superpoderes. Determinação, foco e uma força que rivaliza com a da Mulher Maravilha emergem. Afinal, ninguém quer sair perdendo nessa divisão. Cada móvel, eletrodoméstico e até os talheres ganham um peso sentimental e material que antes não existia.

A verdade é que, seja no restaurante ou no tribunal, dividir nunca é fácil. Mas pelo menos, no divórcio, a gente aprende que a verdadeira força está em saber o que se quer e lutar por isso. E que, no fim das contas, talvez a divisão seja mais sobre encontrar um novo começo do que sobre os itens na lista.

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