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Categoria: Prints

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A internet descobriu uma técnica de treino para beijo que ninguém pediu

A internet descobriu uma técnica de treino para beijo que ninguém pediu

A imagem é a prova de que a internet brasileira não conhece limites quando o assunto é inventar técnica para absolutamente qualquer coisa. O cidadão resolveu transformar o beijo em modalidade esportiva e, aparentemente, descobriu que existe treinamento específico até para os lábios. Porque, convenhamos, se existe academia para bíceps, tríceps e panturrilha, por que a boca ficaria de fora? O problema é quando o treinamento começa a envolver objetos que claramente não foram convidados para participar dessa preparação.

A melhor parte é a confiança na explicação científica do negócio. Existe uma mistura de técnica, autoestima e uma quantidade preocupante de criatividade que faria até um professor de educação física pedir transferência de setor. No Brasil, a lógica é simples: se alguém disser que determinada coisa melhora o desempenho e colocar um nome complicado no método, imediatamente aparece alguém interessado em testar. O próximo passo provavelmente seria criar um personal trainer especializado em condicionamento labial, com mensalidade, plano trimestral e avaliação física do bico. No fim, fica a grande reflexão: talvez a humanidade tenha avançado demais. Antigamente a preocupação era aprender a beijar. Agora aparentemente existe preparação profissional para isso.

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O funcionário que só quer trabalhar e receber o salário está cansado da cultura corporativa

O funcionário que só quer trabalhar e receber o salário está cansado da cultura corporativa

Tem uma categoria de trabalhador que não quer plano de carreira, networking, café com o chefe, amizade no escritório, happy hour ou sequer saber o nome do colega da mesa ao lado. A meta é muito mais simples: trabalhar, cumprir o combinado e receber o salário no fim do mês. É praticamente um relacionamento sério com o PIX da empresa, baseado em respeito, distância e pagamento em dia. Nada de transformar o ambiente corporativo em uma segunda família, porque uma já dá trabalho suficiente.

O brasileiro descobriu que algumas empresas querem muito mais do que oito horas de trabalho: querem paixão, propósito, brilho nos olhos, espírito de equipe e aquela famosa “cultura da empresa”. Meu amigo, cultura eu quero é a do boleto pago. Se vier com cesta básica, vale-alimentação e salário depositado certinho, já existe um vínculo emocional começando. Agora, esse negócio de vestir a camisa é complicado. Dependendo da empresa, a pessoa veste a camisa, o boné, a calça e ainda leva o crachá para casa, mas o aumento continua misteriosamente em falta. No fim, talvez o funcionário ideal seja apenas aquele que trabalha quieto e desaparece espiritualmente assim que o expediente termina.

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A internet não aguentou esperar por GTA VI e já começou a espalhar suposto vazamento

A internet não aguentou esperar por GTA VI e já começou a espalhar suposto vazamento

A internet acaba de provar, mais uma vez, que esperar por um lançamento já não é suficiente: agora precisamos também lidar com alguém dizendo que o jogo já foi lançado “agora”, acompanhado de uma pasta de quase 48 GB como quem entrega a prova definitiva do crime. O brasileiro não recebe uma notícia sobre GTA sem imediatamente abrir uma investigação federal, procurar vazamento, comparar horário, analisar arquivo e perguntar se o primo do amigo não tem uma cópia antecipada.

O mais engraçado é a velocidade com que a expectativa vira caos. A empresa anuncia uma data para novembro, mas basta aparecer uma suposta build vazada para uma parcela da internet entrar em modo sobrevivência. De repente, 26 de novembro deixa de ser uma data e passa a parecer uma eternidade. E uma pasta chamada build_vazada_gta6_7.13.26 com 47,6 GB ganha mais credibilidade do que muita notícia publicada por gente que realmente trabalha com informação.

No fim, a maior dificuldade de GTA VI talvez nem seja esperar pelo lançamento. É sobreviver aos próximos meses de vazamentos, rumores, prints suspeitos e especialistas formados pela faculdade de “vi no Twitter”.

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A festa de 15 anos que transformou os convidados em funcionários da Disney

A festa de 15 anos que transformou os convidados em funcionários da Disney

Tem gente que recebe convite para casamento e já pensa na comida, na bebida, na pista de dança e no famoso momento em que pode repetir o prato sem ninguém julgar. Mas existe um grupo seleto de seres humanos que recebe um convite desses e imediatamente ganha uma função no roteiro. Porque, aparentemente, casamento também pode funcionar como oportunidade de contratação temporária para quem tem coragem de entrar na dança e interpretar personagens. É praticamente o mercado de trabalho, só que com terno, vestido e música romântica.

A história da festa de 15 anos com tema de A Bela e a Fera consegue elevar ainda mais o conceito de participação especial. Afinal, ser convidado já é bom, mas virar parte do espetáculo é outro nível. E o detalhe mais maravilhoso é a lógica da troca de personagem: quando um deixava de ser a Fera, entrava outro rapaz para assumir o papel. Isso não é dança, é literalmente um sistema de rodízio profissional. Uma espécie de escala 12 por 36 da Disney. No fim, fica a reflexão: algumas pessoas vão às festas para curtir, outras vão para comer salgadinho e existem aquelas que simplesmente aceitam trabalhar de graça no entretenimento alheio. A vida realmente oferece oportunidades para todos.

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O filho descobriu da pior forma que estava perdendo para um pote de plástico

O filho descobriu da pior forma que estava perdendo para um pote de plástico

Existe uma categoria de humilhação familiar que não precisa de gritos, broncas ou sermões. Basta fazer uma pergunta emocionalmente carregada e receber uma resposta extremamente objetiva. A pessoa queria saber se a mãe realmente gostava mais daquele pote do que do próprio filho, provavelmente esperando uma declaração de amor, carinho e reconhecimento. Recebeu, em troca, uma avaliação técnica do objeto. O pote amarelo simplesmente tem currículo.

O mais engraçado é que mãe costuma ter uma habilidade impressionante para transformar qualquer conversa em algo inesperadamente doloroso. Você pode passar anos construindo uma relação afetiva, criando memórias e tentando ser um filho exemplar, mas basta existir um pote de plástico que fecha direito para toda essa história entrar em segundo plano. E ainda existe o detalhe mais cruel: provavelmente o pote amarelo já sobreviveu a mais mudanças de casa do que muita gente da família. Tem tampa, resistência, capacidade e talvez até histórico de guardar comida por três dias sem reclamar.

No fim, fica a grande lição: nunca subestime o valor sentimental de um pote de cozinha. Você pode ser filho único, mas se o pote amarelo for bom, a concorrência é desleal.

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