O rabo do gato é praticamente o WhatsApp felino: cada mexida é uma notificação diferente. Quando está em pé, é “bom dia, grupo”. Quando arrepia, é “saí do grupo”. Se enrola no formato de ponto de interrogação, é a dúvida eterna: será que ele quer carinho ou vai me arranhar? A gente nunca sabe.
Enquanto cachorro se comunica com latido, lambida e até com aquele olhar de novela mexicana, o gato prefere a linguagem secreta do rabo. É tipo código Morse, só que sem manual de instruções. E o humano, claro, vive na tentativa e erro: faz carinho achando que é amor, ganha arranhão de brinde; foge achando que é raiva, descobre depois que era convite pra amizade.
A verdade é que gato não fala, mas também não precisa. O rabo é suficiente para mandar recados como “me alimente agora”, “não encoste em mim, mero mortal” ou “ok, você está autorizado a tocar na minha majestade por 3 segundos”.