O corretor automático já destruiu mais corações do que ex mal resolvido. O “te amo” que vira “te esperando” é o novo “era só amizade”, e o brasileiro já até criou resistência emocional — tipo vacina contra esperança. A cada “foi o corretor”, nasce um novo romântico frustrado pronto pra ouvir Marília Mendonça debaixo do chuveiro.
E pior que a pessoa nem nega com firmeza, vem com aquele “kkkk desculpa” que fere mais que ghosting. A esperança é a última que morre, mas no Brasil ela já anda de bengala, tropeça no “KKKK” e cai no abismo da friendzone. O coração iludido por mensagem vive num campo minado onde o corretor é o general do caos.