Amor de pobre é diferente: antes de se apaixonar, ele consulta o extrato bancário, o limite do Nubank e a cotação da coxinha na padaria. Porque flertar até dá, mas bancar um romance com boleto vencido é pedir pro coração ir parar no SPC.
No Brasil, tem gente que tá tão quebrada que o maior medo não é ser traído, é ser convidado pra sair e ter que dizer “aceita VR?”. O romântico desempregado vive um dilema: quer amar, mas tá em modo econômico. E ainda tem que torcer pra crush não chamar pra um date que envolva mais que conversa no WhatsApp e Wi-Fi grátis.