Declaração ou exposição? O “te quero” que virou boa noite fria

Declaração ou exposição? O “te quero” que virou boa noite fria

Existe dor maior do que tentar ser romântico e acabar levando uma resposta que parece nota de rodapé de contrato? O sujeito manda um “Oi, te quero…” cheio de emoção, pronto pra virar cena de novela, e recebe de volta um “Olá, mas eu não”, seco, objetivo e com a mesma ternura de um boleto atrasado.

Na tentativa desesperada de salvar a dignidade, a pessoa ainda inventa um malabarismo linguístico: “Oi, te quero desejar uma boa noite”. Parece até aqueles truques de criança que erra a prova e tenta consertar a resposta escrevendo em cima com outra caneta. Mas não adianta, o estrago já está feito.

O resultado final é inevitável: boa noite dada com má vontade, lágrimas caindo como chuva em anime, e o coração mais quebrado que tela de celular sem película. A lição é clara: se for se declarar, prepare-se para duas possibilidades — um romance épico ou virar meme em grupo de WhatsApp.

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