Quando o hambúrguer vira filosofia: O surgimento do X-nada

Quando o hambúrguer vira filosofia: O surgimento do X-nada

Existe um limite entre ser criterioso no pedido e simplesmente desafiar o restaurante. A pessoa começa animada: “sem queijo, sem presunto, sem salada, sem molho”. Até aí tudo bem, cada um com seu gosto. Mas na prática, o resultado não foi um hambúrguer personalizado, foi uma obra-prima do vazio gastronômico. O entregador provavelmente abriu a comanda e pensou: “meu Deus, essa pessoa quer mastigar o conceito de nada”.

Enquanto a mãe recebeu um belo “X-Tudo”, o nosso herói foi presenteado com um honroso “X-Nada”. Uma categoria inédita no cardápio nacional, que consegue ser mais minimalista que salada de dieta. Se fosse no MasterChef, os jurados iam chorar e chamar de “prato conceitual”. Já no iFood, virou claramente um ato de vingança culinária.

Moral da história: cuidado com as observações do pedido, porque entre o lanche dos sonhos e o “X-Nada” existe apenas a criatividade do atendente e a paciência do cozinheiro.

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