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Feliz ano novo. Que venha o reveillon, a felicidade e menos boleto

Feliz ano novo. Que venha o reveillon, a felicidade e menos boleto

O fim de ano chega daquele jeito clássico. A gente piscou e pronto, já tem gente falando que o ano passou rápido, outro reclamando que foi pesado, e sempre aparece alguém dizendo que agora vai, que o próximo ano vai ser diferente. Spoiler. Sempre falamos isso. E está tudo bem. O reveillon é exatamente esse momento mágico em que todo mundo faz um acordo coletivo com o otimismo, mesmo sabendo que em janeiro o despertador não perdoa e o boleto continua chegando.

Mas antes de virar o calendário, o reveillon tem uma missão muito importante. Ele serve para a gente rir de tudo o que passou, agradecer o que deu certo, reclamar do que deu errado e, principalmente, renovar as esperanças, nem que seja só até fevereiro. É quase um reset emocional, tipo reiniciar o celular depois de travar o ano inteiro.

Um brinde às promessas que talvez a gente cumpra

Todo reveillon vem acompanhado das famosas promessas. Começar a academia, beber mais água, comer melhor, dormir cedo, guardar dinheiro e responder mensagem sem demorar três dias. Algumas até duram. Outras morrem ainda na primeira semana. E tudo bem. A graça não está em cumprir todas, mas em tentar. Ou pelo menos fingir que tentou.

O importante é entrar no novo ano com leveza. Sem aquela pressão absurda de precisar virar uma pessoa completamente diferente só porque o calendário mudou. Você não precisa ser uma versão 2.0 ultra premium de si mesmo. Às vezes, ser a versão atual, só que um pouquinho mais feliz e menos estressada, já está ótimo.

Felicidade não vem embrulhada em papel dourado

Muita gente acha que felicidade é algo gigante, cinematográfico, digno de retrospectiva com música emocionante. Mas na prática, ela costuma aparecer nas coisas simples. Um riso inesperado, uma conversa boba, uma comida gostosa, um descanso merecido ou aquele meme perfeito que chega exatamente na hora certa.

No reveillon, a gente costuma desejar felicidade como se fosse um pacote fechado, pronto para entrega. Mas talvez o segredo seja prestar mais atenção nos pequenos momentos ao longo do ano. Eles são menos chamativos, porém muito mais constantes. Felicidade de verdade não faz barulho. Ela só acontece.

Que o novo ano venha com mais zoeira e menos drama

Se tem algo que ajuda a sobreviver a qualquer ano é o bom humor. Rir de si mesmo, rir das situações, rir até dos perrengues quando dá. Nem tudo precisa virar um drama digno de novela das nove. Às vezes, virar piada resolve mais rápido.

Que no próximo ano a gente reclame menos do que não controla e ria mais do que dá para rir. Que a zoeira seja uma aliada, não uma fuga, mas um jeito leve de lidar com a vida real, que já é séria demais por conta própria.

Um reveillon para recarregar a alma

O reveillon não precisa ser perfeito. Não precisa de roupa branca impecável, festa gigantesca ou metas impossíveis. Precisa apenas de um momento de pausa. Um respiro. Um olhar honesto para o que passou e um sorriso confiante para o que vem pela frente.

Que o novo ano chegue trazendo saúde, paz, dinheiro suficiente para não passar aperto e histórias boas para contar. Que tenha desafios, sim, mas também muitas risadas no meio do caminho. E que, acima de tudo, tenha aquele sentimento gostoso de que, apesar de tudo, a gente segue em frente.

Feliz ano novo. Que venha o reveillon, a felicidade, a zoeira, as conquistas e até os pequenos caos, porque sem eles a vida também não teria graça. Nos vemos no próximo ano, com mais histórias, mais risadas e, claro, mais memes para sobreviver ao mundo.
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Feliz Natal. Sobreviva à ceia, aos parentes e ao grupo da família

Feliz Natal. Sobreviva à ceia, aos parentes e ao grupo da família

O Natal chegou. E com ele vêm três certezas absolutas da vida adulta. Vai ter comida demais,
conversa de menos e alguém perguntando da sua vida como se fosse entrevista do Fantástico.
Mas calma, respira, ajeita o prato de arroz com farofa e vem com a gente, porque hoje o clima
é de paz, amor e uma leve zoeira controlada.

No Aziume, a gente acredita que o Natal não precisa ser só fotos perfeitas, mesas organizadas
e famílias que parecem propaganda de margarina. O Natal real é aquele em que o peru fica meio
seco, o pavê vira debate nacional e o “só vou comer um pouquinho” dura exatamente 12 segundos.
E está tudo bem. Isso também é espírito natalino.

O verdadeiro espírito do Natal brasileiro

Esqueça aquele Natal silencioso de filme gringo. O nosso Natal tem TV ligada no volume alto,
criança correndo com brinquedo que já quebrou, tio do pavê insistindo na piada e alguém dizendo
“ano que vem a gente faz algo mais simples” enquanto compra comida para alimentar um bairro inteiro.

E no meio desse caos bonito, existe algo especial. A reunião. Mesmo com discussões leves,
risadas exageradas e aquele parente que sempre chega atrasado, o Natal ainda consegue juntar
todo mundo em volta da mesa. Nem sempre é perfeito, mas quase sempre é memorável. Às vezes
pelo motivo errado, mas memorável.

Se você não gosta de Natal, tudo bem também

Nem todo mundo ama Natal. Tem gente que prefere ficar quieto, maratonar série, dormir cedo
ou fingir que o dia 25 não existe. E está tudo certo. O Natal não vem com manual obrigatório
de felicidade. Se o seu presente é paz, silêncio e uma boa comida sem ninguém julgando seu prato,
isso também conta como celebração.

O importante é lembrar que o Natal não precisa ser forçado. Ele pode ser simples, do seu jeito,
com quem você quiser ou até sozinho, se isso te fizer bem. Natal não é competição de alegria,
é pausa. Mesmo que seja só uma pausa para reclamar com mais carinho.

O que realmente importa no fim das contas

No meio de tanto exagero, comida, presentes e expectativas, o Natal ainda carrega algo poderoso.
A chance de recomeçar. De desejar coisas boas, mesmo sabendo que o mundo anda meio torto.
De acreditar que o próximo ano pode ser um pouco melhor, nem que seja só um pouco.

E se não for, tudo bem também. A gente tenta de novo no próximo Natal, com mais comida,
menos promessas e a mesma esperança teimosa de sempre.

Uma mensagem do Aziume para você

O Aziume deseja que seu Natal seja leve. Que tenha risada sincera, comida gostosa,
descanso merecido e histórias engraçadas para contar depois. Que você consiga ignorar
o que pesa, rir do que não muda e aproveitar o que realmente importa.

Seja com família, amigos, pets, sozinho ou comendo sobra de ceia no dia seguinte,
que o seu Natal tenha aquele clima bom de “sobrevivi e foi divertido”.

Feliz Natal. E cuidado com o pavê.

Links da Semana – Aziume #336

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Balinha Perdida – Do Erro à Glória

O corretor que quase convocou o apocalipse gastronômico

O corretor que quase convocou o apocalipse gastronômico

O corretor automático já destruiu currículos, relacionamentos e agora resolveu atacar a gastronomia brasileira. O plano era simples: arroz com strogonoff, aquele clássico de vó que faz até quem já jantou comer de novo. Mas bastou um deslize de digitação e o almoço virou um prato que parece ter saído direto de um ritual intergaláctico de invocação.

A vó queria carinho, mas acabou servindo “desgraça cósmica”. Já pensou esse nome no cardápio? “Desgraça cósmica de frango com batata palha — acompanha arroz branco e trauma emocional.”

A verdade é que, entre o strogonoff e o caos universal, a gente sempre escolhe a vó. Porque até o erro dela é mais saboroso que muito restaurante chique por aí.

Links da Semana – Aziume #335

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