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Aquela investida no crush

Aquela investida no crush

Quando se trata de dar aquela investida no crush, os brasileiros não perdem tempo e capricham nas cantadas. Afinal, quem nunca usou a boa e velha tática de puxar assunto elogiando a foto no Instagram? E, claro, sempre rola aquele comentário poético, porque a gente não é de perder a oportunidade de brilhar nas palavras.

Se a lua tivesse metade do brilho do nosso jogo de cintura, certamente as noites seriam muito mais bonitas. Na verdade, até o próprio céu se emocionaria com a habilidade dos brasileiros em transformar um papo sobre natureza em uma declaração digna de novela. Porque, no fim das contas, o humor brasileiro é assim: cheio de charme, poesia e, claro, uma pitada de comédia para deixar qualquer conversa mais interessante.

E aí, entre uma mensagem e outra, vai se desenrolando aquele flerte cheio de trocadilhos e malícias. Quando a gente percebe, o céu estrelado vira cenário de romance, e a natureza vira cúmplice das melhores cantadas. No fundo, o segredo está em não levar a vida tão a sério e sempre encontrar uma maneira de arrancar um sorriso. Afinal, como dizia o poeta, se for pra ser, que seja com muito bom humor e uma dose generosa de brasilidade!

Como o frango frito vem?

Como o frango frito vem?

Num país onde o improviso e o bom humor reinam, até as situações mais cotidianas podem se transformar em verdadeiros momentos de comédia. Tomemos como exemplo aquele simples pedido de frango frito às 6:44 da manhã. Quem imaginaria que uma conversa aparentemente trivial sobre comida resultaria em um raciocínio tão peculiar?

O brasileiro é mestre em encontrar uma boa piada em tudo. Quem nunca se pegou rindo sozinho de um comentário sem pé nem cabeça? No fim das contas, o importante é entender que a vida é cheia de momentos hilários, basta saber enxergá-los. Mesmo que isso signifique imaginar um frango frito pegando uma carona na moto.

Tem dias que a gente se sente injustiçado

Tem dias que a gente se sente injustiçado

Tem dias que a gente se sente injustiçado, especialmente quando se trata de comida. Imagina o drama: sete pães desaparecem misteriosamente. Aí já começa a caça às bruxas na família, e adivinha quem é o principal suspeito? Claro, sempre cai no colo do mesmo. E não adianta negar, a culpa é sempre dele.

Aí vem a pergunta: “Mas foi você?”. E a resposta, meio sem jeito, quase envergonhada: “Sim, fui eu, mas eles sempre me culpam”. É a dura realidade de ser o “fominha” da casa. Quem nunca escondeu um lanchinho extra e depois foi descoberto?

Mas a verdade é que comer é um dos maiores prazeres da vida, e às vezes a fome é maior que a vontade de se esconder. Quem nunca devorou algo rapidinho antes que alguém percebesse? E depois, quando descobrem, fica aquele clima tenso, mas a barriga cheia compensa o sermão.

No fim, é risada garantida, porque todo mundo tem uma história dessas pra contar. E a melhor parte é que, no dia seguinte, a vida continua, e novos pães surgem na cesta. Afinal, família que come junta, briga junta… e ri junto também!

Pedi uma mina em namoro

Pedi uma mina em namoro

Se tem uma coisa que brasileiro sabe fazer é persistir. E quando o assunto é amor, então, a teimosia atinge níveis olímpicos! Imagine passar três anos planejando, criando coragem, ensaiando falas e gestos para pedir alguém em namoro. Três anos! Parece uma eternidade, mas para o nosso herói do cotidiano, foi só o aquecimento.

Eis que chega o grande dia, aquele em que o universo conspira para que tudo dê certo. Coração batendo mais rápido que escola de samba na avenida, ele faz o pedido de namoro. E… leva um “não” bem no meio da cara. Mas brasileiro não desiste fácil.

Passam-se mais três anos. Tempo suficiente para planejar um novo ataque. Agora o pedido é ainda mais ousado: casamento! Dessa vez, o roteiro é ainda mais elaborado, a roupa é especial, o cenário é digno de novela das nove. E, claro, o resultado é outro “não”.

Moral da história: persistência é tudo na vida. Mesmo quando a resposta é a mesma, pelo menos a gente pode rir no final. E quem sabe, daqui a três anos, não rola um pedido de reconciliação? Porque, no fundo, brasileiro é otimista por natureza.

Pequenos detalhes

Pequenos detalhes

Na vida, há prioridades e “prioridades”. Enquanto uns se preocupam com o status de relacionamento, outros preferem focar nas delícias simples da vida, como um bom caldinho na beira da praia. Afinal, um caldinho bem temperado pode ser mais reconfortante que qualquer DR interminável.

Imagina só: o mar ao fundo, a brisa suave e um copo de caldinho fumegante na mão. A real preocupação não é sobre a fidelidade conjugal, mas sim se o caldinho vai acabar antes de você poder pedir outro. Quem liga para as complicações amorosas quando se tem um caldinho perfeito te esperando?

A sabedoria popular nunca errou ao dizer que são os pequenos detalhes que importam. E nesse caso, o detalhe principal é o sabor irresistível de um caldinho bem preparado, capaz de curar qualquer mágoa ou desilusão amorosa. Porque, convenhamos, algumas delícias da vida merecem toda a nossa atenção e dedicação, enquanto os outros “detalhes menores” podem esperar.

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