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Aquela experiência que você encontra na internet

Aquela experiência que você encontra na internet

Ah, a internet, esse maravilhoso mundo de possibilidades onde tudo é possível, inclusive acreditar que o Príncipe da Nigéria realmente quer te dar uma fortuna em troca dos seus dados bancários. Porque, vamos combinar, nem tudo que reluz na tela do computador é ouro.

Você está lá, navegando tranquilamente pela web, quando de repente se depara com uma oferta imperdível: “Ganhe 10 mil reais por semana trabalhando em casa, sem esforço nenhum!”. Parece bom demais pra ser verdade, não é mesmo? Pois é, é porque provavelmente não é verdade.

Então lá vai você, investigar a fundo essa proposta milagrosa, só pra descobrir que na verdade é um esquema de pirâmide disfarçado de oportunidade de negócio. E aí você pensa: “Ah, internet, você me enganou de novo!”

E não podemos esquecer daqueles tutoriais de beleza que prometem te transformar numa diva em cinco minutos, só que na prática te deixam parecendo um panda bêbado. Ou então aqueles artigos científicos super confiáveis que juram que beber água de coco emagrece, mas esquecem de mencionar que você precisa beber uns mil litros por dia pra ver algum resultado.


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Só não fica rico quem não quer

Só não fica rico quem não quer

Ah, a famosa frase “só não fica rico quem não quer”. É o tipo de conselho que parece tão simples, tão óbvio, que só pode ter sido inventado por alguém que nunca precisou acordar de madrugada pra trabalhar.

Você abre o grupo de WhatsApp todo animado, pronto pra compartilhar uma mensagem inspiradora de empreendedorismo, e lá vem você: “Bom dia grupo, o negócio é trabalhar CLT das seis às seis, depois de moto uber das seis até meia-noite e de meia-noite às quatro de vigia. Boa sorte compradre.”

É como se alguém tivesse apertado o botão do modo “super trabalhador” e esquecido que as pessoas precisam de tempo pra viver também. Tipo, quem precisa de sono, lazer ou até mesmo um momento pra assistir a um episódio daquela série favorita quando se pode trabalhar sem parar, né?

E lá vai você, se esforçando ao máximo pra seguir esse plano maluco de enriquecimento rápido, enquanto seus amigos só conseguem responder com emojis de surpresa e horror. Porque, convenhamos, isso não é uma receita pra riqueza, é uma receita pra exaustão total.


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Quando uma galinha fala com você

Quando uma galinha fala com você

Lembra daquela vez quando você era criança e jurava de pé junto que tinha ouvido uma galinha falando? Ah, a inocência infantil, capaz de transformar qualquer grunhido de galináceo em uma conversa digna de filme da Disney.

Você corria todo empolgado pra contar pra todo mundo sobre a incrível descoberta, mas a reação das pessoas era mais fria que uma geladeira no Polo Norte. “Ah, tá, querido, e eu sou a fada madrinha da Cinderela, né?”, era a resposta padrão, acompanhada de um olhar condescendente que dizia “Coitado, precisa de um psicólogo infantil”.

Mas você não se deixava abalar. Jurava de pés juntos que aquela galinha tinha falado, e não adiantava ninguém tentar te convencer do contrário. Afinal, quem disse que as galinhas não têm direito à liberdade de expressão?

E assim, você criava uma amizade secreta com a galinha tagarela, compartilhando segredos e sonhos que ninguém mais poderia entender. Vocês eram como dois cúmplices em uma missão de descoberta do mundo, onde até mesmo os animais tinham voz e opinião.


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Cantada do dinheiro que está me devendo

Cantada do dinheiro que está me devendo

Ah, as cantadas nas redes sociais, o campo de batalha moderno do amor e da paquera! Com tanta tecnologia à nossa disposição, as possibilidades são infinitas, e os tipos de cantadas se multiplicam mais rápido que coelho em reprodução descontrolada.

Tem a clássica cantada direta, aquela que não deixa margem para dúvidas. Tipo: “Você não é o Instagram, mas me deixa completamente viciado em você”. É como um tiro de canhão, direto ao coração do crush.

E não podemos esquecer da cantada criativa, aquela que mostra o quão genial você é. Tipo: “Você não é o Wi-Fi, mas sinto uma conexão forte contigo”. É como unir o útil ao agradável, mostrando que além de paquerar, você ainda tem um quê de poeta.

E pra quem gosta de ser mais discreto, tem a cantada indireta, aquela que é mais sutil que uma pena ao vento. Tipo: “Seu nome é Google? Porque você tem tudo o que eu estou procurando”. É como um enigma a ser decifrado, deixando o crush curioso e interessado.


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O dilema das padarias e seus horários precisos

O dilema das padarias e seus horários precisos

Ah, o dilema das padarias e seus horários precisos! Imagina a cena: você acorda cedinho, ainda meio sonolento, mas com aquele desejo incontrolável por um pãozinho fresco. O horário? 5h59. A padaria? Aparentemente aberta, com portas escancaradas, gente no caixa, o cheirinho de pão recém-assado invadindo suas narinas. “É agora”, você pensa.

Mas não, não é agora. Você, cidadão ansioso por um café da manhã digno, é gentilmente convidado a se retirar porque, veja bem, o relógio ainda não marcou 6h. É quase como se um minuto fosse uma eternidade, uma barreira intransponível entre você e sua felicidade matinal. Com um suspiro de frustração, você sai. E então, finalmente, o milagre acontece: o relógio marca 6h.

Nesse exato segundo, você se vê numa cena digna de comédia. O mesmo funcionário que te expulsou com precisão cirúrgica agora, em um piscar de olhos, te convida a entrar. É como se um portal mágico se abrisse, um divisor de águas entre o “não pode” e o “agora sim”. O mais cômico é a expressão de seriedade do atendente, que segue à risca o protocolo de horários como um guardião do tempo.

No Brasil, esse tipo de situação é quase um rito de passagem. As regras são seguidas com um rigor que beira o absurdo, mas sempre com um toque de bom humor. Afinal, o que seria da nossa rotina sem essas pequenas contradições que tornam cada dia um pouco mais divertido? E lá vamos nós, entrando novamente na padaria, agora devidamente autorizados, prontos para enfrentar o resto do dia com um sorriso no rosto e um pãozinho na mão.

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