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Categoria: Prints

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Leninha, 36: rainha da sinceridade, musa do bucho cheio e do Bolsa Família

Leninha, 36: rainha da sinceridade, musa do bucho cheio e do Bolsa Família

Leninha não veio pra iludir ninguém: já chega com currículo completo, sete filhos e fome constante. Se você não for açaí, café ou um pratão feito, talvez não seja prioridade. A preguiça de conhecer pessoas é só o filtro natural: só os corajosos ficam.

Ela não trabalha, mas sustenta o entretenimento nacional com essa descrição sincera e sem filtro. O algoritmo até tentou esconder, mas a autenticidade da rainha de Taguatinga brilha mais que glitter em bloco de carnaval.

Aplicativo de namoro ou reality de sobrevivência?

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Malandro no rolê, neném no zap: o dilema do amor moderno

Malandro no rolê, neném no zap: o dilema do amor moderno

O malandro é ele: faz dengo no privado, mas no feed quer manter a fama de bandido romântico. Quer ser o “neném” só entre quatro paredes virtuais, porque nos rolês ele precisa manter o personagem de durão que nunca chorou ouvindo Jorge & Mateus.

É o famoso “me ama em silêncio, mas não atrapalha minha reputação de traficante de corações”.

Só falta agora pedir pra colocar nome falso no Pix de Dia dos Namorados.

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Pizza com pano de chão: promoção “2 sabores e um trauma”!

Pizza com pano de chão: promoção “2 sabores e um trauma”!

O combo higiene + pepperoni que ninguém pediu. A pizzaria foi tão generosa que mandou até brinde de faxina! Agora você come e já passa um pano — literalmente.

E o atendente ainda lança a dúvida existencial do século: “o pano ou a pizza?”. Como se alguém, em sã consciência, olhasse pra uma mussarela com sabão em pó e pensasse: “Hmmm, será que combina com ketchup?”.

A única coisa limpinha nessa história foi a paciência do cliente… que foi pro ralo.

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Declaração com cláusula de traição: o amor na era do “eu resolvo isso”!

Declaração com cláusula de traição: o amor na era do “eu resolvo isso”!

A cara nem arde, mas deveria. O cara tá namorando, mas mandou currículo amoroso com cláusula de cancelamento automática. Isso não é romance, é atendimento do Procon emocional: “me avisa que eu termino”.

É como pedir demissão antes de fazer a entrevista do novo emprego. Já chega com o aviso prévio no bolso e a cara de pau no modo turbo. O amor pode até ser cego, mas esse aí tá enxergando com o fígado.

No fundo, a única coisa que esse cidadão tá pronto pra resolver é a ausência de vergonha na cara.

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Salvei como Cérebro: a arte da cantada com diploma de anatomia!

Salvei como Cérebro: a arte da cantada com diploma de anatomia!

É, meu povo… o brasileiro não dá bom dia, dá cantada com trocadilho. E o pior: FUNCIONA! A pessoa manda um “salvei seu contato como CÉREBRO” e em 3 segundos já conquistou o coração e 72 prints pra mandar no grupo das amigas.

Essa técnica aí é a evolução da cantada raiz. Sai o “você caiu do céu?”, entra o “você não sai da minha cabeça”. Se continuar nesse ritmo, até os livros de biologia vão virar guia de paquera: “Salvei como FÍGADO, porque sem você eu fico intoxicado de amor.”

Esse Brasil não é pra amadores. É pra quem tá com o coração preparado e o print pronto.

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