Altura física: 1,60. Altura emocional? Depende do carinho

Altura física: 1,60. Altura emocional? Depende do carinho

A matemática do relacionamento é uma ciência exata só que cheia de variáveis emocionais. Tem a altura real, a altura de salto e… a altura emocional, que varia conforme o grau de fofura do tratamento. Basta uma mensagem fofa e pronto: a pessoa já se sente com um metro a menos e três toneladas de amor a mais.

No Brasil, a régua do carinho é implacável: quanto mais mimo, mais a pessoa derrete. Passa de “empoderada de salto 15” pra “namoradinha que fala fino e sorri com os olhos fechados” em três segundos.

É quase uma fórmula secreta: trate bem = desbloqueia o modo “pequenininha apaixonada”. Trate mal = ativa o modo “gigante emocional com agenda lotada e resposta visualizada”.

Com vergonha, mas com fome: o dilema do brasileiro na casa dos outros

Com vergonha, mas com fome: o dilema do brasileiro na casa dos outros

A clássica situação do brasileiro: está cheio, mas é só alguém insistir com um “come mais um pouquinho” que o prato já tá sendo montado de novo. A vergonha bate, o estômago luta, mas o coração… o coração sempre diz sim pra mais uma colherada.

E quando a comida é da mãe do amigo, aí entra o modo diplomático ativado. Você começa a sorrir, solta um “não, tô bem”, torcendo pra ela ignorar completamente e vir com aquela ladainha maravilhosa: “só mais um pouquinho, vai”. E pronto. O ciclo recomeça.

Essa é a verdadeira batalha entre o constrangimento social e o amor pela comida caseira. Spoiler: a comida sempre vence.

2 reais ou você? Eu pago 4 pra não te ver nunca mais!

2 reais ou você? Eu pago 4 pra não te ver nunca mais!

Tem gente que some, reaparece do nada e ainda quer entrar de volta na sua vida com a cara de pau de quem acha que é prêmio de loteria. Dessa vez, o indivíduo chegou com uma proposta tão ridícula que parece até piada de tiozão: “2 reais ou eu de novo na sua vida?” — como se fosse vantagem. Mal sabe ele que tem gente pagando muito mais pra esquecer os erros do passado.

A resposta? Um clássico instantâneo: 4 reais e um pedido cordial pra nunca mais mandar mensagem. Simples, direto e com a elegância de quem já superou, virou a página, reciclou o livro e ainda fez um boletim de ocorrência contra romances tóxicos.

Essa conversa vale mais que muita aula de autoestima por aí. Porque o verdadeiro empoderamento é saber dar valor a si mesmo — e cobrar entrada pra quem quer voltar como se fosse VIP. E se insistir, pode subir pra 10 reais com frete incluso pra bem longe.

Quando o player 2 é mais importante que as amigas

Quando o player 2 é mais importante que as amigas

Quando o amor bate forte e o joystick é compartilhado, a noção vai embora junto com a dignidade social. A gata trocou rolê com as amigas por uma partida de Call of Duty no sofá com o crush que tem mais jogo na estante do que amigo na vida real. É o famoso “namoro gamer edition”: ela achando que tá vivendo um romance épico e o cara só querendo alguém pra carregar no co-op. Amor moderno vem com lag, atualização e, às vezes, perda de amizade.

Português passa mal: a arte de seduzir com erro de digitação

Português passa mal: a arte de seduzir com erro de digitação

Tem gente que não escreve certo nem errado… escreve com emoção. É uma mistura de português com tentativa de cantada que beira o surrealismo. A ortografia vai embora e dá lugar a um novo idioma: o “fofês apaixonado com erro proposital (ou não)”. É tanto “você é minha velicidade” que até o corretor do celular pediu demissão. A língua portuguesa, coitada, tá em prantos no cantinho, abraçada na gramática e sussurrando: “não aguento mais esse romance”.

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