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Voltar pra 1995: Sem internet, mas com chance no concurso

Voltar pra 1995: Sem internet, mas com chance no concurso

Acordar em 1995 sem Wi-Fi e sem celular seria praticamente um retiro espiritual forçado. Imagina o choque de uma geração que hoje surta se o 4G cai por cinco minutos. Em 95, a maior treta tecnológica era rebobinar a fita da locadora antes de devolver, senão pagava multa. E quem quisesse dar aquela stalkeada teria que abrir uma lista telefônica do tamanho de um tijolo e rezar pra pessoa não estar com o número “não identificado”.

Enquanto hoje as notificações são sobre Pix ou boleto, na época o auge era receber uma ligação a cobrar com aquele “diz que me ama rapidinho porque é caro”. O comentário do cara sobre concurso foi certeiro: em 95, bastava saber escrever “cachorro” sem “x” pra passar na prova. Não tinha essa concorrência de 10 mil candidatos pra 3 vagas. Era quase garantia de estabilidade vitalícia, junto com vale-coxinha na cantina.

Resumo: voltar pra 95 pode até não ter Wi-Fi, mas pelo menos tinha esperança.

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Correr é top… até você perceber que esqueceu o ‘voltar pra casa’ no planejamento

Correr é top… até você perceber que esqueceu o ‘voltar pra casa’ no planejamento

A dúvida é válida, Brasil. Correr é fácil, quero ver ter coragem de pensar na volta. O povo maromba acha que todo mundo é atleta olímpico com GPS embutido e perna de retorno automático. O problema não é correr 12 km, é descobrir no fim que virou refém da própria performance.

Essa é a parte que o povo fitness não mostra no story: a corrida acaba e começa o drama do “e agora, José?”. Tem gente que vai pra casa trotando, outros chamam Uber, e tem os raiz que já correm em círculos perto de casa pra não passar por isso. Estratégia é tudo. Porque se depender das minhas pernas depois de 12 km, só se for pra rastejar igual um filme de zumbi.

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Voltar pros 3 anos é o novo sonho da geração cansada!

Voltar pros 3 anos é o novo sonho da geração cansada!

Tem gente que sonha em voltar pros anos dourados da juventude, mas a real é que o verdadeiro auge da vida foi mesmo com 3 anos de idade. Você era a estrela da casa, dormia igual um anjo, comia tudo que queria sem culpa, ninguém cobrava produtividade, e o auge da sua agenda era “tirar soneca às 14h”. Estava no peso ideal sem nem saber o que era caloria, e todo mundo te achava fofo sem esforço — inclusive as tias da creche, que te tratavam como o reizinho que você era.

Hoje? Você acorda cansado, dorme endividado e vive estressado. A única coisa que permanece igual é a vontade de fazer birra quando as coisas não saem do seu jeito. A diferença é que agora, se você deita no chão do mercado pra chorar, chamam a segurança.

Se aos 3 anos você era a promessa do futuro, hoje você é só a promessa de que vai tentar de novo segunda-feira. Voltar no tempo nunca fez tanto sentido.

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Ela só quer voltar… com a pensão em dia

Ela só quer voltar… com a pensão em dia

Tem gente que não entende indireta, mas também tem quem confunda filho com cantada. Quando a pessoa tá iludida no modo hard, até pensão parece “sinal de saudade”. O amor pode ter acabado, mas a negação ainda tá viva e respirando — mesmo que o boleto da fralda esteja gritando. O romantismo foi substituído por uma boa dose de alienação emocional e um toque de “não entendi, repete aí”.

E vamos ser sinceros: o brasileiro pode até sofrer por amor, mas sofre rindo, fazendo meme e fugindo da responsabilidade com a mesma velocidade que foge de ligação de número desconhecido.

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O dilema clássico de voltar com o ex

O dilema clássico de voltar com o ex

Ah, o dilema clássico de voltar com o ex! No fundo, todo mundo tem aquela amiga que, por mais conselhos e avisos que receba, sempre decide dar uma segunda, terceira, ou milésima chance ao Thiago. É quase um esporte nacional: “voltar com o ex” e achar que, dessa vez, tudo vai ser diferente. Mas não se preocupe, a amiga está sempre preparada com uma régua emocional para medir o tamanho do seu nível de otarice.

Essa situação ilustra com perfeição a mistura de sinceridade brutal e preocupação verdadeira que só a amizade brasileira proporciona. A balança da amizade pesa entre o “não vou te julgar” e o “meu Deus, lá vem você de novo com esse filme repetido”. É o tipo de conversa que a gente já prevê onde vai terminar, mas o coração teimoso insiste. No final das contas, fica o aprendizado: talvez o verdadeiro erro esteja em esperar resultados diferentes, mesmo repetindo a mesma novela.

Mas olha, se é pra medir, que seja com precisão, porque no Brasil, amizade de verdade é assim: uma régua na mão e um facepalm na outra.

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