A matemática por trás de namorar uma garota que usa óculos saiu do controle

A matemática por trás de namorar uma garota que usa óculos saiu do controle

Tem coisa que começa como cantada e termina como uma aula de matemática aplicada ao relacionamento. A lógica da imagem é simples: se a garota usa óculos, aparentemente o cidadão não está namorando uma pessoa, mas um pacote com múltiplas versões desbloqueáveis. Com óculos, sem óculos, com maquiagem, sem maquiagem… daqui a pouco o sujeito está escolhendo configuração gráfica antes de marcar o primeiro encontro.

E o brasileiro, como sempre, não perde a oportunidade de transformar uma brincadeira inocente em competição. Um aumenta o número de garotas, outro já mete Instagram na conta e o último simplesmente abandona qualquer limite e transforma o negócio em estatística avançada. Nesse ritmo, o próximo comentário seria algum especialista em planilhas oferecendo um método para multiplicar namoradas usando Excel e uma calculadora científica.

O problema é que, seguindo essa lógica, talvez o maior perigo não seja tirar os óculos. É começar a prestar atenção demais nos comentários da internet. Porque quando você percebe, aquilo que era para ser uma cantada virou um campeonato nacional de matemática afetiva.

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