O rapaz achou que estava falando com uma mulher, mas caiu no golpe mais absurdo

Tem golpe que não precisa de tecnologia avançada, inteligência artificial ou esquema internacional. Basta um notebook, uma foto bonita e uma parente disposta a interpretar um personagem. O rapaz está acreditando que encontrou uma pessoa para conversar por chamada de vídeo, enquanto a realidade está entregando uma versão completamente diferente do elenco. É praticamente um filme de espionagem produzido com orçamento de almoço de domingo. O problema é que, nesse caso, o protagonista não sabe que está participando da história.
O nível de confiança do rapaz também merece respeito, porque ele aparentemente entrou na chamada sem imaginar que poderia existir uma reviravolta tão absurda. Enquanto isso, alguém resolveu assumir outra identidade com a naturalidade de quem troca de foto de perfil. É o famoso golpe afetivo versão família: a pessoa pensa que está vivendo um romance virtual, mas na verdade está conversando com alguém que poderia estar ensinando receita de bolo na cozinha ao lado. No fim, fica aquela lição dolorosa: quando alguém diz que o pai está por perto, talvez seja uma boa ideia conferir quem realmente está do outro lado da câmera. Porque ser enganado já é ruim; ser enganado por uma senhora usando notebook é praticamente perder para o Wi-Fi da família.





