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Quando você beber muito em uma festa

Quando você beber muito em uma festa

Ah, a clássica situação em que a festa começa animada, os drinks estão deliciosos e você decide que pode acompanhar o ritmo da música com um gole a mais… e mais um… e mais um. Logo, você está no auge da festança, dançando como se não houvesse amanhã, com um sorriso de orelha a orelha, até porque é melhor sorrir do que tentar falar qualquer coisa, certo?

E então, como num passe de mágica, a festa passa de um conto de fadas regado a álcool para uma cena de filme de terror. Você está girando pelo salão, tentando descobrir onde está o banheiro e por que de repente todas as luzes parecem mais brilhantes. É nesse momento que você percebe que a pista de dança está girando, ou será que é você que está girando? Bem, talvez seja melhor não pensar muito nisso.


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Quando você chama alguém para sua casa e a pessoa não vai embora

Quando você chama alguém para sua casa e a pessoa não vai embora

Você já passou pela situação de convidar alguém para sua casa e essa pessoa simplesmente se recusar a sair? Pois é, é como se você tivesse ativado o modo “não perturbe” no convidado, mas ele não percebeu o recado.

Às vezes, é como se você tivesse esquecido de oferecer o combo “entrada, prato principal e uma dose de sutileza para ir embora”. É claro que você quer ser um bom anfitrião, mas não precisa transformar sua casa em um hotel all-inclusive com check-in eterno!

É impressionante como a visita parece ganhar vida própria, como um personagem de filme de terror que não sabe quando é hora de dar tchau e voltar para sua cripta. E você fica ali, tentando disfarçar o bocejo, olhando para o relógio e perguntando mentalmente: “Será que ele percebe que já passou do horário comercial?”


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Quando a pessoa não usa o cérebro

Quando a pessoa não usa o cérebro

Sabe aquele ditado “cada cabeça, uma sentença”? Pois é, no caso dessas pessoas, parece que algumas cabeças estão mais para um peso de papel chique do que para um centro de processamento de informações.

Enquanto uns usam seus cérebros como se fossem academias de ginástica mental, suando a camisa para resolver problemas e encontrar soluções criativas, outros tratam o cérebro mais como um ornamento decorativo, algo bonito de se exibir, mas que raramente é utilizado para algo útil.

É como se tivessem um cérebro da moda, daqueles que combinam perfeitamente com a decoração da sala, mas que não servem para nada além de atrair olhares de admiração. Enquanto isso, lá dentro, o silêncio reina supremo, pois a atividade cerebral é praticamente nula.


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Uma paranoia da minha cabeça

Uma paranoia da minha cabeça

Você já teve aquela sensação de que o mundo está conspirando contra você? Pois é, eu também. Mas não é só isso. Minha mente criativa, ou talvez seja minha paranoia, adora inventar teorias mirabolantes sobre as coisas mais simples do dia a dia.

Por exemplo, quando perco a chave de casa, automaticamente penso que ela se juntou com todas as outras chaves perdidas do universo e estão tramando um plano para dominar o mundo. Não duvide, em breve elas estarão liderando uma revolução das fechaduras!

E quando estou na rua e vejo um grupo de pombos, não consigo evitar pensar que estão secretamente discutindo qual será o próximo alvo para bombardear com suas “bombas biológicas”. Melhor correr, nunca se sabe quando um ataque aéreo de cocô está prestes a acontecer!


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Ligar para homem pra marcar entrevista é muito engraçado

Ligar para homem pra marcar entrevista é muito engraçado

Ligar para um homem para marcar uma entrevista é como fazer uma viagem ao desconhecido. Você nunca sabe exatamente o que esperar do outro lado da linha. Às vezes, é como ligar para um número errado e acabar tendo uma conversa completamente aleatória.

Você pensa cuidadosamente em como abordar o assunto, tentando ser profissional, mas sem perder o toque de informalidade que é tão característico das interações entre amigos. Afinal, você não quer que ele se sinta como se estivesse indo para uma entrevista de emprego formal, não é mesmo?

Então, você disca o número e espera ansiosamente enquanto o telefone chama. Quando finalmente atende, você solta uma saudação amigável e tenta entrar no assunto de maneira natural. Mas, às vezes, a pessoa do outro lado parece tão surpresa com a ligação que fica sem palavras, como se estivesse tentando processar o que está acontecendo.


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