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UBER no cemitério

UBER no cemitério

Ser Uber é como ser o herói da modernidade, levando e trazendo pessoas pelos quatro cantos da cidade. Mas vamos combinar, nem todo destino é uma festa. Às vezes, você tem que ir buscar alguém num lugar bem… esquisito. E nada pode superar a emoção de receber uma chamada do cemitério.

Lá está você, tranquilo, esperando sua próxima corrida, quando de repente o nome do local aparece no seu celular: “Cemitério dos Anjos”. Você torce para ser algum equívoco, mas não, é a mais pura realidade. Você vai ter que buscar alguém no último lugar que você esperava, literalmente.

E lá vai você, dirigindo até o endereço, com aquela sensação estranha no estômago. Chegando lá, é aquela paisagem bucólica de túmulos e lápides, e você pensa: “Caramba, será que a pessoa tá mesmo viva ou é um fantasma que pediu a corrida?”.
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A sinceridade as vezes é demais

A sinceridade as vezes é demais

A sinceridade é como chocolate: na medida certa, é uma delícia, mas em excesso pode dar uma baita dor de barriga. E tem gente por aí que parece ter feito um pacto com a sinceridade absoluta, sem filtro, sem filtro de privacidade e sem filtro solar, porque queima pra caramba!

Essas pessoas têm uma habilidade incrível de falar o que pensam na hora em que pensam, sem se importar muito com o estrago que suas palavras podem causar. E é aí que mora o perigo, meu amigo. Porque, convenhamos, nem sempre o que se pensa é lá muito agradável de se ouvir.

Imagina só você tá lá, todo feliz com seu novo corte de cabelo, se achando o máximo, e aí vem a pessoa da sinceridade demais e solta um “Nossa, que coragem você teve de cortar assim, hein? Parece que colocou um ninho de passarinho na cabeça!” Pronto, acabou a sua autoestima num piscar de olhos.

O pior é quando essa sinceridade desmedida se manifesta em momentos constrangedores, tipo aquele encontro com a sogra: “Ah, é você que a mamãe falava tanto, que surpresa! Pensei que você fosse mais alto/magro/engraçado”. O clima fica tão tenso que dá pra cortar com uma faca de manteiga!
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Nunca pergunta para quem você não conhece se tem novidades

Nunca pergunta para quem você não conhece se tem novidades

Sabe aquela pessoa que vive com a língua afiada, pronta pra soltar uma ironiazinha básica a qualquer momento? Então, é aquela que você nunca deveria perguntar se tem novidades. Porque, em vez de te dar aquela resposta animada cheia de fofocas e acontecimentos, ela vai soltar um sarcasmo capaz de fazer até a estátua do Cristo Redentor rolar de rir.

Você pensa que está sendo simpático, perguntando se tem novidades, mas aí ela olha pra você com aquele olhar de quem acabou de pisar num chiclete e solta um “Ah, novidades? Claro, acabei de descobrir que o céu é azul e a grama é verde. Alguma outra pergunta óbvia?”.

É como se ela estivesse te lembrando que perguntas idiotas merecem respostas ainda mais idiotas. E aí você só pode se encolher na sua cadeira e desejar do fundo do coração que um buraco se abra e te engula, porque a vergonha é real.
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Sou uma pessoa direta

Sou uma pessoa direta

Sabe aquela pessoa que já chega falando tudo o que pensa, sem rodeios nem frescura? É tipo um furacão de sinceridade, arrastando tudo no seu caminho. Você já sabe, quando ela abre a boca, segura na cadeira, porque vai começar o espetáculo do “direto ao ponto”.

Pra ela, enrolação é coisa de novela mexicana. Não tem essa de “vou te dizer uma coisa, mas primeiro vou te contar outra”. Não, não, não! Ela vai direto ao assunto, doa a quem doer. E às vezes dói, viu?
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Quando você não aguenta mais as pessoas

Quando você não aguenta mais as pessoas

Sabe quando você está tão cansado das pessoas ao seu redor que a única solução parece ser chamar sua mãe pra te buscar? Pois é, a gente já passou dessa fase na adolescência, mas às vezes a vida adulta nos empurra de volta pra ela.

Aí você está lá, no meio de um batalhão de pessoas que te sugam a energia mais do que um aspirador de pó de última geração, e você pensa: “Socorro, preciso sair dessa roubada!” E quem você chama? Sua mãe, claro! Mas espera aí, agora você tem um marido e uns filhos pendurados em você como carrapatos famintos!
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