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Curiosidade sobre ter sobrenome italiano no Brasil

Curiosidade sobre ter sobrenome italiano no Brasil

Ah, a ironia dos sobrenomes italianos no Brasil! Parece que nossos antepassados tiveram um pequeno contratempo na hora de atravessar o oceano e registrar seus nomes na terra do samba e da caipirinha.

Você, todo orgulhoso do seu sobrenome de origem italiana, pronto para se conectar com suas raízes mediterrâneas, quando de repente descobre que existe uma grande chance de seu sobrenome ter sido… mal interpretado na imigração.

Então, ao invés de um elegante “Di Giovanni” ou um sonoro “Santangelo”, você acaba sendo agraciado com um “Di Jovani” ou um “Sant’Ângelo”. E lá se vai a esperança de encontrar seu nome com pompa e circunstância nas listas telefônicas italianas.


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Não é assim que funciona?

Não é assim que funciona?

Ah, a lógica peculiar das comparações! Parece que a nossa mente adora brincar com essas ideias malucas, não é mesmo?

Se você nasce e cresce na Itália, é italiano, sem mais nem menos. Mas, e se um ratinho nasce e cresce em um estábulo, ele se torna um… cavalo? Bem, acho que a última vez que verifiquei, isso não estava nos livros de biologia.

Imagina só, um ratinho de repente se achando o Pavarotti das estrebarias, relinchando pelas manhãs e sonhando com campos abertos em vez de queijo na despensa. Ou quem sabe ele esteja treinando para competir nas corridas de Kentucky Derby, usando seu charme ratonil para conquistar o coração das éguas da vizinhança.


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Melhor ser vela que sair com você

Melhor ser vela que sair com você

Ah, a clássica situação de ser escolhido para ser a “vela” em um encontro. Quem nunca se viu nessa posição constrangedora, não é mesmo?

Você está animado para sair com aquela pessoa especial, esperando um encontro divertido e romântico. Mas, para sua surpresa (ou nem tanto), ela aparece acompanhada de um amigo, transformando você automaticamente na terceira roda da situação.

Enquanto o casal troca olhares apaixonados e compartilha risadas, você está ali, segurando a vela com maestria, tentando disfarçar o desconforto e fingindo interesse nas histórias do ex-namorado dela que ela insiste em compartilhar.


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Quando você vai em um churrasco com sua namorada

Quando você vai em um churrasco com sua namorada

Ah, o famoso churrasco com a namorada, onde você deixa de ser apenas o parceiro e se transforma em um garçom particular. Quem nunca, não é mesmo?

Você está lá, ansioso para aproveitar uma tarde de sol, boa comida e boas risadas com os amigos. Mas, assim que chega ao churrasco com sua namorada, percebe que sua função mudou drasticamente. Agora, em vez de se deliciar com aquela suculenta picanha na brasa, você se vê correndo de um lado para o outro, servindo bebidas, pegando petiscos e garantindo que ela tenha tudo do bom e do melhor.

Enquanto os outros confraternizam e se divertem, você está lá, de bandeja na mão, servindo a caipirinha perfeita e garantindo que o prato dela esteja sempre cheio. É como se você fosse um garçom de luxo, contratado exclusivamente para atender aos caprichos dela.


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As vozes da minha cabeça

As vozes da minha cabeça

Ah, os amigos sempre preocupados com o nosso bem-estar, não é mesmo? Aquele momento constrangedor em que eles decidem questionar se estamos frequentando o psicólogo e acabam recebendo uma resposta um tanto… peculiar.

Você está lá, tranquilo, conversando com seu amigo, quando de repente ele solta a pergunta: “E aí, você tem ido ao psicólogo?” E você, com toda a naturalidade do mundo, responde: “Não, não precisei. As vozes na minha cabeça disseram que está tudo sob controle.”

O silêncio constrangedor se instala no ar enquanto seu amigo tenta processar essa resposta inesperada. Ele não sabe se ri ou se fica preocupado com a sua sanidade mental, e você está ali, se divertindo com a situação, imaginando a expressão confusa no rosto dele.


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