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Mas qual era a escola que tinha pizza e pastel?

Mas qual era a escola que tinha pizza e pastel?

Ah, quem já estudou no turno da manhã sabe como é louco e divertido o momento do lanche, não é mesmo? É como se de repente o relógio entrasse em modo de viagem no tempo e você se visse transportado para o horário do almoço antes mesmo do sol estar a pino.

E lá estava você, às 9 horas da manhã, comendo pastel, pizza e tomando Coca-Cola como se não houvesse amanhã. É como se a escola estivesse operando em um universo paralelo onde as regras da alimentação saudável não se aplicam, e o cardápio do lanche fosse uma verdadeira festa gastronômica.

Mas a pergunta que não quer calar é: que escola tinha um lanche tão incrível assim? Seria o paraíso dos estudantes ou apenas uma miragem deliciosa no deserto do cotidiano escolar?


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Sou igual brócolis, ninguém gosta

Sou igual brócolis, ninguém gosta

Ah, ser igual brócolis! É como ter um talento especial para ser o patinho feio do reino vegetal. Parece que não importa o quanto você tente ser aceito, sempre haverá alguém torcendo o nariz para o seu lado verde e fibroso.

Você se vê lá, no meio da salada da vida, tentando se misturar com os outros legumes mais populares, como a alface e o tomate. Mas não importa o quanto você se esforce, sempre será o brócolis solitário no canto do prato, esperando ser notado.

É como se as pessoas tivessem um pacto secreto contra você, combinando de ignorar seus benefícios para a saúde e focar apenas na sua aparência peculiar. “Ah, brócolis de novo?”, eles dizem, como se estivessem sendo obrigados a comer algo horrível.


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Um homem elegante

Um homem elegante

Ah, o cavalheirismo à moda antiga, onde o homem elegante não deixa a conta do restaurante chegar à mesa, ele levanta antes e paga. É como se fosse uma dança bem ensaiada, onde ele assume a liderança e garante que tudo corra sem problemas, incluindo a parte financeira.

Enquanto isso, a mulher que teve a sorte de sair com um cavalheiro tão prestativo se vê em uma situação bem diferente ao lado do namorado atual. Ele é daquele tipo que só maltrata, fazendo com que cada encontro seja mais uma prova de resistência do que um momento de romance.

É como se ela estivesse presa em um filme de terror, onde o vilão é seu próprio namorado e a única esperança de salvação é um resgate financeiro de seu amigo cavalheiro. E assim, entre um jantar pago e um namoro desastroso, ela percebe que o cavalheirismo ainda tem seu lugar no mundo moderno.


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Como esfriou

Como esfriou

Ah, o clássico momento em que um rapaz tenta ter uma conversa séria com sua namorada, mas ela está mais interessada em saber onde ele está! Parece que a comunicação entre casais é uma arte que poucos dominam, não é mesmo?

Ele, todo decidido a abrir o coração e expressar seus sentimentos, solta a bomba: “Amor, como esfriou”. Mas ao invés de uma resposta reflexiva ou um diálogo profundo sobre o relacionamento, ela simplesmente pergunta onde ele está.

E ele, talvez um pouco surpreso com a falta de empatia ou talvez já acostumado com as prioridades da namorada, responde sem rodeios: “Estou no bar”. Parece que a conversa séria foi colocada em pausa enquanto ele desfruta de uma cervejinha gelada e um papo descontraído com os amigos.


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Paquera quase perfeita

Paquera quase perfeita

Ah, a paquera quase perfeita, aquela que parece ter saído diretamente de um comercial de margarina, com sorrisos radiantes e cabelos ao vento. Ela é como um raio de sol em um dia chuvoso, deixando todos ao seu redor hipnotizados com seu charme e simpatia.

Mas é claro que, como tudo na vida, sempre há um porém. Por mais que essa paquera pareça ter saído de um conto de fadas, sempre há um detalhe ou outro que a torna quase perfeita, e não totalmente perfeita.

Pode ser aquela risada um pouco estridente demais, que faz todo mundo olhar para vocês no restaurante. Ou então aquela mania de falar sem parar sobre assuntos aleatórios, deixando você se perguntando se há algum botão de pausa em algum lugar.

E não podemos esquecer daquele momento constrangedor em que ela tropeça no próprio pé e quase cai de cara no chão, arrancando risadas nervosas de todos ao redor. É como se o universo estivesse tentando nos lembrar de que, por mais perfeita que uma paquera pareça, sempre haverá pequenos deslizes para nos manter humildes.


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