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Acabei de fazer minhas unha

Acabei de fazer minhas unha

Ah, a luta eterna entre a vaidade e a praticidade! Você acabou de sair do salão, com as unhas impecáveis e reluzentes como jóias recém-polidas. Você se sente poderosa, confiante, pronta para conquistar o mundo com suas garras afiadas… Ou pelo menos pronta para abrir a porta do Uber.

Mas aí vem o desafio: o Uber chega e você se vê diante da dolorosa escolha entre preservar sua manicure impecável ou ser uma pessoa normal e abrir a porta do carro. E é claro que, como uma verdadeira rainha das unhas, você escolhe preservar sua arte recém-feita.

Então, lá está você, sentada no banco de trás do carro, tentando disfarçar a vergonha enquanto o motorista olha de soslaio para você, perguntando-se por que diabos você não consegue abrir a porta como uma pessoa normal. Você tenta fingir que está ocupada com o celular, mas é difícil ignorar o olhar de julgamento do motorista enquanto ele faz todo o esforço para abrir a porta do carro para você.


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Quando a mãe tem filhos gêmeos

Quando a mãe tem filhos gêmeos

Ah, a vida de uma mãe de gêmeos, onde a diversão nunca acaba e o café é uma necessidade básica para sobreviver ao dia a dia agitado!

Imagine só: você mal tem tempo para respirar, quanto mais para se lembrar dos nomes dos seus próprios filhos. “João? Pedro? Ou era Maria e José?” Ah, a confusão que se instala na mente de uma mãe de gêmeos, onde até mesmo os próprios filhos podem trocar de identidade sem que ninguém perceba.

E as pessoas na rua, sempre prontas para soltar aquela pérola clássica: “São iguais mesmo, hein?” Ah, obrigada pela observação, Capitão Óbvio! Mas é claro que são iguais, são gêmeos! A menos que um deles tenha decidido se disfarçar de pinguim naquela manhã e o outro de girafa, não há muito o que discutir sobre essa semelhança.


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Curiosidade sobre ter sobrenome italiano no Brasil

Curiosidade sobre ter sobrenome italiano no Brasil

Ah, a ironia dos sobrenomes italianos no Brasil! Parece que nossos antepassados tiveram um pequeno contratempo na hora de atravessar o oceano e registrar seus nomes na terra do samba e da caipirinha.

Você, todo orgulhoso do seu sobrenome de origem italiana, pronto para se conectar com suas raízes mediterrâneas, quando de repente descobre que existe uma grande chance de seu sobrenome ter sido… mal interpretado na imigração.

Então, ao invés de um elegante “Di Giovanni” ou um sonoro “Santangelo”, você acaba sendo agraciado com um “Di Jovani” ou um “Sant’Ângelo”. E lá se vai a esperança de encontrar seu nome com pompa e circunstância nas listas telefônicas italianas.


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Não é assim que funciona?

Não é assim que funciona?

Ah, a lógica peculiar das comparações! Parece que a nossa mente adora brincar com essas ideias malucas, não é mesmo?

Se você nasce e cresce na Itália, é italiano, sem mais nem menos. Mas, e se um ratinho nasce e cresce em um estábulo, ele se torna um… cavalo? Bem, acho que a última vez que verifiquei, isso não estava nos livros de biologia.

Imagina só, um ratinho de repente se achando o Pavarotti das estrebarias, relinchando pelas manhãs e sonhando com campos abertos em vez de queijo na despensa. Ou quem sabe ele esteja treinando para competir nas corridas de Kentucky Derby, usando seu charme ratonil para conquistar o coração das éguas da vizinhança.


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Melhor ser vela que sair com você

Melhor ser vela que sair com você

Ah, a clássica situação de ser escolhido para ser a “vela” em um encontro. Quem nunca se viu nessa posição constrangedora, não é mesmo?

Você está animado para sair com aquela pessoa especial, esperando um encontro divertido e romântico. Mas, para sua surpresa (ou nem tanto), ela aparece acompanhada de um amigo, transformando você automaticamente na terceira roda da situação.

Enquanto o casal troca olhares apaixonados e compartilha risadas, você está ali, segurando a vela com maestria, tentando disfarçar o desconforto e fingindo interesse nas histórias do ex-namorado dela que ela insiste em compartilhar.


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