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Você tá sempre de bom humor né?

Você tá sempre de bom humor né?

Ah, a clássica pergunta “Você tá sempre de bom humor, né?” é como abrir uma caixa de surpresas onde cada resposta é uma patada diferente, prontinha para ser distribuída como se fossem balas em uma festa de aniversário.

Você se sente como um mestre das artes marciais do sarcasmo, pronto para dar uma patada ninja a qualquer momento. É como se estivesse jogando um jogo de quebra-cabeça onde cada pergunta é uma peça que você precisa encaixar com uma resposta afiada.

“Você tá sempre de bom humor, né?” é a pergunta que não quer calar, como um disco arranhado que toca repetidamente na sua cabeça. E é claro que você, como um mestre do humor ácido, não pode deixar essa oportunidade passar em branco.

Então, quando finalmente chega a hora de responder, você solta uma patada tão afiada que poderia cortar a tensão no ar. É como se estivesse jogando uma partida de tênis verbal, rebatendo cada bola com uma resposta cheia de sarcasmo e ironia.


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Médico e seus atrasos

Médico e seus atrasos

Ah, aquele médico que parece viver em um fuso horário próprio, onde o tempo simplesmente não segue as regras normais. É como se ele estivesse preso em um loop temporal, sempre correndo atrás do próprio atraso.

Você marca uma consulta para às 10h da manhã e chega pontualmente, só para descobrir que o médico ainda está atrasado e você terá que esperar mais uma eternidade na sala de espera. É como se você estivesse em um episódio de “De Volta para o Futuro”, só que sem o DeLorean e com muito mais revistas velhas para passar o tempo.

E então, quando finalmente o médico chega, ele olha para o relógio com uma expressão de desaprovação, como se o atraso fosse culpa sua e não dele. É como se ele estivesse vivendo em um universo paralelo onde os pacientes são os responsáveis pelo tempo.


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Como é estranho lembrar o que você fez com 15 anos

Como é estranho lembrar o que você fez com 15 anos

Ah, lembrar dos tempos de quinze anos é como fazer uma viagem de volta no tempo para um mundo completamente diferente. É como olhar para trás e se perguntar: “Quem era aquela pessoa estranha que eu costumava ser?”

Você se lembra dos dias em que achava que sabia de tudo, mas na verdade não sabia de nada. É como olhar para uma selfie antiga e se perguntar por que diabos você achava que aquela roupa era uma boa ideia. Ah, a ingenuidade juvenil!

E então, você se lembra das suas paixões adolescentes, aquelas que pareciam tão intensas na época, mas que hoje você olha para trás e se pergunta o que estava pensando. É como olhar para uma foto do seu primeiro crush e se perguntar se ele realmente parecia tão bonito quanto você achava na época. Spoiler: provavelmente não.


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Funciona com todas as skins?

Funciona com todas as skins?

Ah, a famosa cantada que só funciona com skins lindas! É como tentar usar um código que só funciona em computadores de última geração – pode até ser incrível, mas nem todo mundo consegue acessar.

Você se vê lá, ensaiando a cantada perfeita na frente do espelho, confiante de que vai conquistar o coração daquela skin linda no bar. Mas assim que você se aproxima, percebe que ela é tão rara e valiosa que a cantada simplesmente não tem efeito. É como tentar fazer um gol em um campo de futebol cheio de obstáculos – você até tenta, mas as chances estão contra você.

E então, você se vê lá, improvisando uma série de piadas e elogios, na esperança de que algo, qualquer coisa, faça com que ela perceba o quão incrível você é. Mas é como tentar convencer um jogador de que você é o melhor treinador do mundo – por mais que você se esforce, o resultado nem sempre é o que você espera.


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O dilema da solteirice

O dilema da solteirice

Ah, o dilema da solteirice! Às vezes parece que encontrar um parceiro é como tentar encontrar uma agulha no palheiro, enquanto equilibra um prato de macarrão na cabeça. Mas se for para namorar um cara que não acende uma churrasqueira, não monta um armário e não formata seu PC, é melhor ficar solteira e aproveitar a vida em toda sua glória independente.

Afinal, quem precisa de um namorado que não sabe acender uma churrasqueira? É como ter um carro sem gasolina ou um dia sem sol. O churrasco é uma tradição sagrada, uma arte que precisa ser dominada com maestria. Se ele não consegue lidar com as brasas ardentes, como vai lidar com os desafios do relacionamento?

E montar um armário? Se ele não consegue montar um simples armário do IKEA, como vai montar uma vida juntos? É como tentar fazer uma receita sem os ingredientes certos ou uma dança sem música. O armário é o símbolo do lar, e se ele não consegue lidar com isso, talvez seja melhor manter a distância.


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