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Quando o coração bate mais forte… e o Cidade Alerta também

Quando o coração bate mais forte… e o Cidade Alerta também

Quando o amor é tão “intenso” que já vem com horário de visita marcado e entrevista exclusiva no jornal das 18h.
Tem gente que sonha em sair no álbum de casamento, outros já miram direto no especial investigativo.
É o famoso relacionamento 2 em 1: romance e série policial em tempo real.
Se casar no cartório é básico demais, o negócio é oficializar o amor com cobertura completa no helicóptero da emissora.

Quando o pensamento vai longe demais e volta com boleto

Quando o pensamento vai longe demais e volta com boleto

Pensar demais é tipo abrir um pacote de bolacha: você só queria uma, mas quando vê já acabou com o pacote e a sua paz mental junto.
O cérebro começa analisando uma coisinha boba e, quando percebe, já tá fazendo um TED Talks interno sobre todas as decisões da vida desde a infância.
Às vezes, o “fiquei maluco por um tempo” é só a fase beta do “meu signo tava me avisando”.
E no fim, todo mundo já teve um momento em que a mente foi longe demais… e não trouxe nem lembrancinha da viagem.

O dia mais feliz da sua vida… segundo seu pai (e não é o casamento)

O dia mais feliz da sua vida… segundo seu pai (e não é o casamento)

Casamento é aquele momento mágico em que todo mundo diz que vai ser o dia mais feliz da sua vida… exceto algumas pessoas que já pagaram pra ver.
Pai experiente não precisa de bola de cristal, ele já passou pelo “felizes para sempre” e sabe que essa parte do conto de fadas vem com boleto junto.
Às vezes, o presente mais valioso que um pai pode dar é a sinceridade — mesmo que ela venha embrulhada num “vish” mental.
No fundo, todo mundo entra no casamento com esperança… e sai com histórias. Muitas histórias.

Quando a autoestima vem com garantia estendida contra cilada

Quando a autoestima vem com garantia estendida contra cilada

Tem gente que se conhece tão bem que já nasce com o antivírus instalado no coração. O cara olhou a foto, fez o cálculo mental: “beleza 10, eu 3… isso não bate na matemática da vida”. É a autoconfiança nivelada por baixo, mas com realismo de sobra. Afinal, melhor desconfiar antes que a esperança comece a parcelar ilusões em 12x sem juros. No Brasil, amor à primeira vista é bonito, mas amor com filtro de desconfiança é sobrevivência emocional.

Teste beta do amor: Como destruir a confiança em 3 passos simples

Teste beta do amor: Como destruir a confiança em 3 passos simples

Tem gente que, para saber se ama de verdade, escreve cartas, faz surpresas, planeja viagens românticas… e tem quem ache que o jeito mais lógico é cometer o maior erro possível e esperar que a culpa dê a resposta. É praticamente um “teste do amor” versão kamikaze: se doer, é amor; se não doer, é libertação. A única coisa que dói mesmo é ver a criatividade sendo usada pra justificar burrada.

Esse é o tipo de raciocínio que faria até a professora de matemática pedir pra pessoa voltar pro maternal emocional. Porque olha só: traição + arrependimento não é amor, é só um combo de má decisão com frete grátis de vergonha. É tipo quebrar o celular de propósito pra ver se sente falta dele — só que no caso, o “celular” é o coração de alguém.

E no fim, o indivíduo ainda pede perdão como se estivesse confessando que comeu a última fatia de pizza, não que detonou a confiança de alguém. É cada teste beta do amor que a vida apresenta, que fica claro: a seleção natural ainda tem muito trabalho pela frente.

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