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Meu namorado? Um mix de camomila com pimenta!

Meu namorado? Um mix de camomila com pimenta!

Tem gente que nasce pra ser engenheiro, médico ou influencer. E tem os que vêm com um dom único: mexer com o psicológico da namorada igual quem troca de canal com controle remoto. O cara não paga boleto, não lava uma louça, mas tem um PhD em equilíbrio emocional… do caos.

Ele não é tóxico, é multitarefa: uma hora é calmante, na outra é um energético vencido. É o famoso “namorado e desestabilizador profissional” — e ainda se acha romântico por isso. No fim das contas, ele não quer te deixar feliz nem triste, só entretida. Um verdadeiro serviço 24h de emoções mistas.

Tatuagem no antebraço: o cupido do doido apaixonado

Tatuagem no antebraço: o cupido do doido apaixonado

Tem gente que não sabe nem responder um “oi” no WhatsApp, mas na hora de fazer pedido de namoro mete logo uma tatuagem no antebraço. É o famoso: “ou dá certo, ou eu invento uma desculpa que Maria é o nome da minha avó”. A tatuagem é o novo buquê de flores do século XXI: mais cara, mais definitiva e bem mais difícil de explicar depois da terceira Maria.

Essa é a prova viva de que o brasileiro é um povo ousado. Enquanto uns dão aliança de coco, outros preferem imprimir a certidão de relacionamento direto na pele — sem direito a segunda via.

A beleza dele é tão perigosa que virou caso de saúde mental

A beleza dele é tão perigosa que virou caso de saúde mental

A autoestima masculina é um fenômeno intrigante. O sujeito vai na psicóloga pela primeira vez, sai achando que virou o protagonista de uma comédia romântica. Ela diz que quer vê-lo três vezes por semana? Na cabeça dele: “me achou irresistível”. Comenta que vai apresentá-lo pra amiga? Pronto, já está escolhendo a roupa pro casamento. A parte que ele ignorou é que a tal amiga se chama “psiquiatra”, e que o interesse não é romântico, é clínico.

Esse é o famoso caso de confundir intervenção com flerte. Quando a psicóloga chama reforço, não é porque você é um charme. É porque o GPS da sua sanidade deu “recalculando rota”.

Torcendo pra ser só susto: o pai que queria plot twist e não herdeiro

Torcendo pra ser só susto: o pai que queria plot twist e não herdeiro

Na categoria “respostas que não passaram pelo filtro do juízo”, temos esse clássico do WhatsApp brasileiro. O cara foi de “amor da minha vida” pra “advogado do DNA” em menos de cinco segundos. Enquanto uns torcem pra vir com saúde, ele tá torcendo pra vir com recibo de pegadinha.

Esse tipo de mensagem tem mais impacto que exame de farmácia no grupo da família. E o ultrassom nem foi feito ainda, mas a bomba já explodiu no grupo dos contatinhos. O Brasil não é pra amadores, e o grupo dos “ex arrependido que finge que não é pai” tá crescendo exponencialmente.

Dividi a conta em três: eles dois e minha cara de pau

Dividi a conta em três: eles dois e minha cara de pau

Existe uma categoria de ser humano que vive no modo “convidado VIP”, mas sem contribuir com nada além da presença. Ele vai no rolê sem carteira, sem consciência e sem vergonha. Quando vê a conta, faz aquela expressão de “uai, achei que era open food”. E o melhor: ainda acha estranho que nunca mais chamaram.

A matemática até faz sentido pra ele: 290 reais divididos por um trouxa. No fim, o prejuízo ficou com o casal e a experiência virou aula de economia emocional — tipo “como perder amigos e ainda ganhar uma carona”.

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