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No Brasil, até o “Sim” tem prazo de validade — e expirar sai caro!

No Brasil, até o “Sim” tem prazo de validade — e expirar sai caro!

No Brasil, a fila do altar e a fila do fórum às vezes se confundem. O cidadão passou 8 anos achando que estava só namorando, mas aparentemente, para a lei, ele estava em um contrato com prazo de renovação obrigatória. A economia que ele fez em não comprar aliança vai direto para pagar honorários advocatícios, e o sonho do “felizes para sempre” se transformou no famoso “réu primário e com bons antecedentes”. Dizem que casamento é prisão perpétua sem direito à condicional, mas nesse caso ele descobriu que é melhor responder um processo do que cumprir pena de lavar louça todo domingo. Afinal, entre pagar um advogado e pagar o aluguel de um apartamento para dois, ele decidiu investir na liberdade — e ainda com a vantagem de não ter que dividir a senha do Wi-Fi.

Quando você só quer dormir e o cônjuge quer fazer reforma às 23h

Quando você só quer dormir e o cônjuge quer fazer reforma às 23h

O grande fenômeno das 23h: enquanto metade da população já tá quase virando meme de “acordei sem querer às 3 da manhã”, a outra metade resolve que é o momento perfeito pra virar arquiteto, engenheiro e mestre de obras ao mesmo tempo.

Não importa se o dia foi puxado ou se o despertador toca cedo. Existe sempre aquele ser iluminado que acha que pendurar um quadro, mover o sofá e repaginar o quarto inteiro é o programa ideal da madrugada. Enquanto isso, o cônjuge está só desejando que a reforma seja na própria paciência, que já tá precisando de reparo faz tempo.

É quase um reality show conjugal: um disputando quem boceja mais alto, o outro medindo a parede com fita métrica. Se dependesse de consenso, o projeto não sairia nem do papel. Mas como a vida a dois é feita de concessões, o que resta é torcer pra pelo menos não ligar a furadeira.

Casamento é basicamente isso: um tentando manter a sanidade, o outro testando limites e jurando que é só “uma mexidinha rápida”. A boa notícia? No fim, ninguém dorme mesmo.

Melhor terminar: O poder destrutivo de três fotos e uma mensagem

Melhor terminar: O poder destrutivo de três fotos e uma mensagem

Parece que chegou o momento clássico em que o Wi-Fi cai, mas a fofoca chega. Três fotos misteriosas, um “me explica isso??” que congela a espinha e uma resposta que encerra qualquer esperança de DR: “melhor terminar”. O combo perfeito pra causar taquicardia em qualquer relacionamento. É o famoso pacote de prints que nem Freud, nem os Vingadores juntos conseguiriam salvar. Porque quando vem esse “me explica isso??”, você sabe que nem adianta explicar: já tá tudo condenado.

Se existisse um ranking dos maiores medos modernos, esse print ficaria lado a lado com a notificação do banco dizendo “compra aprovada”.

O kit fim de festa delivery: A emoção de sair com o pratinho sem precisar sair de casa

O kit fim de festa delivery: A emoção de sair com o pratinho sem precisar sair de casa

Quando você acha que já viu de tudo nesse Brasil varonil, eis que surge o glorioso Kit Fim de Festa no delivery, pronto pra transformar qualquer quarta-feira sem graça num flashback instantâneo de festa infantil. É o combo oficial do “leva um pedacinho pra casa”, só que sem precisar fingir intimidade com a mãe do aniversariante. O bolo vem embalado naquele plástico filme que parece ter segurado não só o glacê, mas todos os segredos da confraternização. Os brigadeiros e beijinhos vêm organizados igual fila de formatura, só esperando pra serem devorados em silêncio, enquanto você reflete sobre suas escolhas alimentares.

O melhor é a praticidade: você nem precisa ir na festinha, dar parabéns, puxar papo com o tio do churrasco ou disputar balão na hora de ir embora. Basta abrir o aplicativo, clicar e pronto, tá garantido aquele gostinho de final de festa, com direito a migalhas na embalagem e a lembrança calorosa de que tudo isso é praticamente patrimônio cultural brasileiro.

Quem diria que a evolução da tecnologia ia chegar nesse ponto supremo: poder pedir pela internet aquele pratinho que a gente equilibrava com dignidade duvidosa, saindo com cara de quem não queria, mas queria muito.

Café com leite proibido: A conspiração do buffet matinal

Café com leite proibido: A conspiração do buffet matinal

Tem hotel que parece ter medo de café com leite, como se fosse uma substância proibida pela Anvisa. É quase uma operação secreta digna de filme de espionagem: você recebe o leite num copo, o café no outro e a missão de não misturar na frente das câmeras, pra não ativar o sensor de “proibido”. É cada regra sem noção que a gente até se sente participando de uma seita misteriosa onde só pode tomar café puro, leite puro e bom senso nenhum. A política do hotel é basicamente: pode ter tudo, só não pode ser feliz.

Café com leite é aquele clássico brasileiro que une corações e aquece almas, mas aparentemente ameaça a integridade do bufê matinal. Se bobear, na recepção tem uma placa: “Aqui respeitamos tradições, menos a de misturar café e leite. Obrigado pela compreensão.”

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