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TI: Técnico da Impressora ou da Torradeira?

TI: Técnico da Impressora ou da Torradeira?

A vida do profissional de TI é um eterno “faz tudo”. O sistema caiu? TI resolve. A impressora engasgou? TI resolve. O micro-ondas parou de esquentar? Obviamente, TI resolve, afinal, todo bom analista também é mestre cuca, técnico em eletrodomésticos e, às vezes, um pouco de benzedeiro.

Se a luz piscar, a culpa é do update no Excel. Se o café esfriar, é porque o backup não rodou. E se o micro-ondas não funcionar, pode ter certeza: foi o servidor que deu bug no arroz.

Quando ela quer carinho e ele sugere janta com Netflix e miojo

Quando ela quer carinho e ele sugere janta com Netflix e miojo

Na cabeça do homem, tudo é simples: fome se resolve com comida, ué. Já na mente feminina, o rolê começa com fome, evolui pra jantinha romântica, clímax no restaurante com luz baixa e final feliz com sobremesa e elogio forçado ao look dela. Mas o rapaz, com a sutileza de um tijolo, sugere que ela coma em casa — como se ela tivesse pedido um miojo, e não atenção emocional em forma de hambúrguer artesanal.

Essa cena resume bem o relacionamento moderno: ele acha que tá ajudando com uma dica prática, ela acha que tá sendo largada no rodízio da solidão. Moral da história? Quando uma mulher diz que está com fome, a única resposta aceitável é: “Tô indo te buscar, e já reservei a mesa.”

Fazer arroz: o novo ‘quer namorar comigo?

Fazer arroz: o novo 'quer namorar comigo?

A geração atual reinventou o romance. Esqueça flores, cartas ou serenatas desafinadas: o convite ideal agora é fazer nada junto — com uma pitada de arroz e uma trilha sonora pop de fundo. É o “date Nutella”, onde o prato principal é a vibe, e o arroz… é literalmente arroz.

Essa conversa define o que é estar apaixonado em 2025: uma mistura de preguiça compartilhada, aleatoriedade gourmet e o uso estratégico de emojis de cachorro fofo como forma de selar acordos amorosos. Não existe “ficar à toa” quando se está de conchinha com alguém e uma panela de arroz no fogo. Isso é praticamente um relacionamento sério com tempero.

Conversa 100% em emojis: o rolê mais fluente do zap

Conversa 100% em emojis: o rolê mais fluente do zap

A língua portuguesa perdeu hoje mais uma batalha para o verdadeiro idioma do brasileiro moderno: o emojinês avançado. Quando dois seres humanos conseguem marcar um rolê inteiro só usando carinhas e cervejinhas, é sinal de que a Torre de Babel caiu direto no grupo do zap.

É um novo nível de comunicação — onde a cerveja tem hora, a casa é ponto de encontro e o aperto de mão sela o contrato mais firme do Brasil: o compromisso de beber sem compromisso. Enquanto filósofos discutem se emojis são linguagem de verdade, tem gente combinando festa, assalto a geladeira e talvez até casamento, tudo sem usar uma vogal.

O brasileiro não precisa de palavras. Ele precisa de emojis, internet funcionando e um amigo que entenda que o “🍻” significa: traga o gelo, porque o resto a gente resolve lá.

Calcinha de 80 reais: a lingerie que custa mais que o date inteiro

Calcinha de 80 reais: a lingerie que custa mais que o date inteiro

Tem gente que diz que o amor é cego, mas na verdade ele só é míope mesmo… porque enxerga o corpo todo, menos o preço da calcinha. Nada grita “romance moderno” como um casal debatendo se um pedaço de renda e umas pérolas valem mais que dois x-saladas com batata e refri. O problema não é o valor da lingerie, é ela durar menos tempo no corpo do que o boleto no Serasa.

R$79,90 por uma calcinha? Essa pérola aí deve ter vindo direto da ostra do Titanic. Mas o mais curioso é que o homem médio brasileiro consegue calcular em segundos que, com esse mesmo valor, ele compra quatro cervejas, um espetinho e ainda sobra troco pro Uber. Mas claro, não dá pra comparar o valor emocional de um item que vai fazer ele sorrir… por cerca de 45 segundos.

E no final das contas, quem é chamado de pão duro é ele — só porque ousou fazer matemática básica no meio da emoção.

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