A vaga de emprego que exigia experiência em dormir deixou a internet sem saber se era trabalho ou sonho

O mercado de trabalho brasileiro realmente está inovando. Agora, além de experiência, qualificação e disponibilidade, aparentemente existe vaga para quem tem uma habilidade muito específica: dormir profissionalmente. O anúncio promete salário de R$ 1.500 para dormir de segunda a sexta, o que já coloca essa profissão entre as poucas capazes de transformar uma necessidade humana básica em plano de carreira. Tem gente fazendo faculdade, curso técnico, estágio e especialização, enquanto outros estão simplesmente atualizando o currículo com “23 anos de experiência em dormir”.
O melhor é que a candidata ainda apresenta um diferencial competitivo extremamente agressivo: disponibilidade para dormir também aos finais de semana, sem cobrar hora extra. Isso não é mais emprego, é vocação. O único problema é que, pelo nível de experiência apresentado, provavelmente já existe uma pós-graduação em cochilo, um MBA em soneca e talvez até doutorado em dormir depois do almoço. E convenhamos: por R$ 1.500, a pessoa não está sendo contratada para trabalhar. Está sendo contratada para finalmente fazer, com carteira assinada, aquilo que muita gente tenta fazer escondida durante o expediente. O Brasil realmente consegue transformar qualquer situação em oportunidade de negócio.





