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Tortuguitas jogando sinuca

Tortuguitas jogando sinuca

Lá estava eu, com mais tempo livre do que mosquito em dia de chuva, procurando algo que desse um ânimo no meu sossego. E quem diria, no meio daquele marasmo, avistei duas Tortuguitas, sim, aquelas mesmas dos chocolates, armando uma mesa de sinuca na minha sala.

Confesso que fiquei tão surpreso quanto galinha chocada com ovo de páscoa. Aquelas tartaruguinhas, com um jeitinho desengonçado, manejavam os tacos com mais jeito que jogador de futebol no Maracanã.

Uma delas, com olhar concentrado, parecia um Einstein das mesas verdes, calculando os ângulos com uma precisão que nem matemático em dia bom conseguiria. A outra, mais descolada, tentava fazer as bolas se moverem como se fossem dançarinas de samba no Carnaval do Rio.
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Um motivo para termina o relacionamento

Um motivo para termina o relacionamento

Numa dessas festas animadas de São João, onde o arrasta-pé e a alegria competem na mesma quadrilha, lá estava a nossa querida Rosalinda. Uma mulher arretada, com aquele jeito faceiro que conquistava qualquer um com um sorriso e um “uai”.

Ela era uma daquelas que fazia a alegria da festa, dançava forró com uma destreza que até o vento queria aprender os passos com ela. Mas, me diga, adivinha só quem estava de olho nela? O João, seu namorado, que a acompanhava de maneira mais grudada que a goma na tapioca.

Mas eis que, no meio da folia, Rosalinda recebeu elogios de um cavalheiro, parecia até que tinha ganho na loteria. Ela, toda prosa, aceitou o elogio e seguiu dançando como se nada tivesse acontecido. Só que o João, que não tinha sorriso colado com cola de sapateiro, percebeu tudo.
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É assim que funciona a vida: os adultos ensinam as crianças

É assim que funciona a vida: os adultos ensinam as crianças

Ah, a sagrada arte de ensinar as crianças a fazerem bagunça! É quase como se fosse uma disciplina obrigatória no currículo escolar da infância, onde os adultos se tornam os mestres da desordem.

Os pequenos aprendizes, munidos de uma energia sem limites, se preparam para transformar cada canto da casa em um verdadeiro parque de diversões caótico. É quase como se estivessem participando de um curso intensivo de “Como Fazer Bagunça 101”, com mestres experientes prontos para compartilhar seus conhecimentos.

Os adultos, com toda a sabedoria adquirida ao longo dos anos, dedicam-se a transmitir técnicas de bagunça de alto nível. É quase como uma aula prática, onde os pequenos são orientados sobre como espalhar brinquedos pela casa em tempo recorde ou criar um furacão em meio às roupas limpas.
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Como desanimar um rapaz em poucos segundos

Como desanimar um rapaz em poucos segundos

Ah, a arte sutil de fazer alguém perder o interesse em você num piscar de olhos. É quase como uma dança mal ensaiada: um passo em falso e pronto, lá se vai o interesse do rapaz.

Primeiro passo: fale sobre seus planos mirabolantes de dominar o mundo dos insetos como hobby. Sim, nada como um bom monólogo sobre os hábitos dos gafanhotos para matar o clima.

Segundo passo: comece a falar sobre as maravilhas de sua extensa coleção de meias usadas. Afinal, nada mais atraente do que um papo sobre a vida secreta das meias esquecidas no fundo da gaveta, certo?

Terceiro passo: elogie os benefícios incríveis de sua dieta especial à base de couve de Bruxelas. É quase como um convite para o mundo das flatulências em série.
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Usando a geometria na cantada

Usando a geometria na cantada

Ah, a arte da cantada com um toque de geometria, onde a matemática se torna a aliada secreta na hora de conquistar o coração de alguém. É quase como um professor tentando explicar a equação do amor!

Lá está o corajoso, pronto para encarar a garota dos seus sonhos com toda a confiança de um matemático diante de um problema desafiador. Ele se aproxima e solta aquela pérola: “Você não é um triângulo, mas está com os ângulos todos certos!”

É quase como se estivesse tentando resolver o teorema de Pitágoras no campo do flerte, transformando a geometria em poesia. E depois de muito estudar sobre triângulos, quadrados e círculos, ele solta: “Você é a paralela perfeita para o meu coração”.

E aí, a garota, que provavelmente não esperava uma aula de matemática na hora da paquera, tenta entender se aquilo é uma cantada ou uma aula extracurricular. É quase como se estivesse numa sala de aula e o assunto de repente virasse trigonometria do amor.
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