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Categoria: Prints

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Tenho número de monte de mina aqui

Tenho número de monte de mina aqui

Ah, o amigo que quer namorar, mas está no zero a zero quando o assunto é contatos amorosos. É quase como estar numa missão de resgate do amor, e você é tipo o Super-Homem dos contatos telefônicos.

Então lá está ele, desesperado por uma oportunidade amorosa, e você, como um Robin Hood das conexões, decide compartilhar seus preciosos números de telefone das garotas do seu círculo de contatos.

Você se torna uma espécie de cupido moderno, passando os contatos como quem distribui cartas de baralho. É quase como um leilão de números: “Leva o da Ana, tem também o da Clara, e olha, a Maria é uma ótima escolha!”

E seu amigo, na esperança de encontrar o amor da vida dele, aceita todos os contatos como quem recebe um tesouro valioso. É quase como se estivesse recebendo as chaves para o paraíso do amor.

Mas aí vem o plot twist: seu amigo é meio tímido e não sabe muito bem como puxar papo. E agora? Você, como o mestre da paquera, tem que entrar em ação novamente e dar aquela aula express de como conquistar corações via mensagens.
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Vendo vestido nunca usado!

Vendo vestido nunca usado!

Imagine a cena: alguém decide vender um vestido e, para valorizar o produto, decide fazer um ensaio fotográfico. Só que esse alguém decide vestir o vestido para as fotos, alegando que “nunca foi usado”. É quase como aquela teoria do “só experimentei, mas nunca saí de casa com ele”.

E lá está a pessoa, posando para as fotos como se fosse uma supermodelo em seu desfile particular. É quase como se estivesse vendendo não só o vestido, mas também um show de moda exclusivo.

E a descrição do anúncio? “Vestido novo, nunca usado”. É quase como se fosse um desafio à lógica, um “nunca usado, mas vou aparecer nas fotos para provar que ele é novo em folha”.

É como se estivesse vendendo não só um vestido, mas toda uma experiência emocional. “Leve o vestido e leve junto a sensação de ser uma estrela de revista de moda por um dia!”
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Isso sim é uma história com muita emoção

Isso sim é uma história com muita emoção

Imagine a cena: uma mãe de 75 anos, cheia de disposição, decide subir no telhado para pegar mangas, como se fosse a própria Lara Croft da terceira idade, em busca do tesouro frutífero. Enquanto isso, seu marido, um cavalheiro de 80 anos, dá de cara com a escada esquecida e pensa “Ah, melhor tirar essa escada do meio do caminho”.

E lá vai ele, todo atencioso, recolher a escada como quem guarda os brinquedos das crianças. O problema é que, lá no alto do telhado, a mãe, que agora se transformou em um explorador corajoso, percebe a ausência repentina da escada e grita pelo marido, só que ele, com a audição lá nas alturas da idade, não escuta nada.

E assim, a saga se desenrola: a mãe, lá em cima, provavelmente pensando em criar um acampamento para sobreviver à noite, enquanto o marido, lá embaixo, tranquilo da vida, sem nem desconfiar do problema nas alturas.
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Essa é a famosa responsabilidade afetiva?

Essa é a famosa responsabilidade afetiva?

Responsabilidade afetiva, aí está algo que parece mais complicado que entender a geometria de um cubo mágico. É como se fosse o código da boa conduta nos relacionamentos, um manual que ninguém sabe direito onde está.

É aquela ideia de “não posso magoar os sentimentos dos outros” elevada ao nível de super-herói emocional. É quase como ter um dever sagrado de cuidar das emoções alheias, mesmo quando não se sabe nem cuidar das próprias.

É como se fosse o compromisso de sempre responder as mensagens, mesmo quando se está ocupado desvendando os mistérios do universo. É quase um serviço de atendimento ao cliente emocional, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.

E tem mais, é como se fosse um contrato invisível que nos obriga a nunca cancelar planos, mesmo quando a vontade é se enrolar no cobertor e maratonar séries. É quase como um compromisso com a imortalidade dos compromissos sociais.
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O vidraceiro achando que cliente é um vampiro

O vidraceiro achando que cliente é um vampiro

Imagina a cena: o vidraceiro, aquele profissional que lida com vidros como se fossem cristais frágeis, vai até a casa de um cliente com um pedido especial de instalação. Ele chega munido com toda a sua habilidade e ferramentas, pronto para encarar o trabalho.

Só que o que era para ser uma instalação de janelas se transforma em uma situação digna de filme de terror quando o vidraceiro olha para o cliente e começa a ter ideias malucas. Ele, com toda sua sagacidade, vê os colares de alho pendurados na parede e as cortinas que mais parecem uma barreira solar e… pronto! Só pode ser um vampiro!

E aí ele começa a improvisar mentalmente um plano de fuga, porque na cabeça dele, só existe uma explicação: o cliente é um ser das trevas! Ele começa a calcular a melhor rota de fuga e se prepara para enfrentar a escuridão, sem saber que na verdade, o cliente só tinha um gosto peculiar pela decoração.
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