
Era um dia como qualquer outro, até que a campainha tocou, anunciando a chegada de uma encomenda que havia sido ansiosamente aguardada. A empolgação estava no ar, e a expectativa era alta. Mas, como diz o ditado, “nunca subestime o poder de um sapo no portão.”
No momento em que a porta foi aberta, a realidade bateu de forma inesperada. Lá estava ele, majestoso e um tanto quanto surpreso, sentado bem no meio do caminho: um sapo verde, com olhos esbugalhados e uma expressão que parecia dizer: “Eu sou o guarda do portão, e ninguém passa!”
A pessoa que estava prestes a receber sua encomenda, vamos chamá-la de Lisa, olhou para o sapo, depois para a encomenda, e de volta para o sapo. Ela estava em um dilema cômico. Como poderia atravessar o portão quando seu único obstáculo era um pequeno anfíbio de olhos salientes?
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