Todos nós temos aquele amigo que

Todos nós temos aquele amigo que

Era uma vez um sujeito animado, cheio de vontade de sair para a balada e se divertir até o sol raiar. Mas havia um pequeno detalhe: ele só tinha três reais no bolso. Três míseros reais, meus amigos!

Ele olhava para a carteira e tentava imaginar como poderia transformar aquela pequena quantia em uma noite épica de diversão. Afinal, na terra da balada, os preços pareciam subir mais rápido do que foguete espacial!

O nosso herói começou sua jornada em busca de opções. Primeiro, pensou em entrar em uma festa chique e pagar a entrada com seus três reais. Porém, quando ele chegou na porta, o segurança olhou para ele de cima a baixo e disse: “Amigo, essa nota de três reais é tão antiga que parece ter saído diretamente de um museu. Lamento, mas você não pode entrar.”

Desanimado, o nosso protagonista seguiu em frente. Ele decidiu tentar a sorte em uma festa mais modesta. Chegou em um lugar onde a entrada custava três reais exatamente, parecia perfeito! Mas, ao perguntar ao dono da festa sobre o preço, ouviu a resposta mais inesperada: “Três reais? Isso é a taxa de conveniência do cartão de crédito! O pagamento em dinheiro é o dobro, meu amigo!”

O sujeito não acreditava no que estava ouvindo. Como assim pagar o dobro só por causa da forma de pagamento? Ele sentiu um aperto no coração, parecia que o destino estava rindo da sua cara.

Decidido a não desistir, ele continuou sua saga. Pensou em pedir carona para a festa, mas o dinheiro era tão pouco que nem o Uber Pool ele podia pagar. Tentou ir de ônibus, mas o preço da passagem subiu como um foguete interplanetário e deixou-o na poeira.

Em seu momento de maior desespero, nosso herói encontrou um amigo que estava indo para a festa de carona com um grupo. Ele implorou para entrar, prometendo que iria se divertir como ninguém e pagar a bebida com os três reais. Seu amigo olhou para ele com uma mistura de compaixão e incredulidade, mas acabou cedendo.

E assim, o sujeito chegou à tão sonhada balada com seus três reais no bolso. Ele se divertiu como nunca antes, dançou até sentir cãibra nas pernas, cantou como um rouxinol desafinado e fez amizade com todas as pessoas que encontrou.

No final da noite, quando a festa chegava ao seu ápice, ele foi ao bar para comprar uma bebida. O bartender olhou para ele e perguntou: “O que você quer, meu amigo?”

Nosso herói sorriu e respondeu: “Me vê a bebida mais barata que você tem, por favor.”

O bartender serviu uma bebida simples, mas saborosa, e disse: “Só vou te cobrar três reais, tá bom?”

O sujeito ficou boquiaberto. Ele percebeu que, naquela noite, seu pequeno tesouro de três reais havia rendido a melhor noite de diversão que ele poderia imaginar.

E assim, com um sorriso de orelha a orelha e uma sensação de vitória no coração, nosso herói voltou para casa, levando consigo a lembrança de uma aventura inesquecível na terra da balada, onde até mesmo três reais podem ser transformados em uma noite mágica.

Moral da história: a verdadeira diversão não está no dinheiro que você tem, mas nas experiências que você vive e nas pessoas com quem compartilha essas experiências.

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