Quando o filho não parece com nenhum dos pais, começa a investigação

Quando o filho não parece com nenhum dos pais, começa a investigação

Todo mundo sabe que filho costuma vir com alguma coisa dos pais: o nariz de um, o sorriso do outro, o cabelo de alguém da família e, em alguns casos, até a personalidade que ninguém pediu. A genética parece trabalhar no esquema “mistura tudo e vê no que dá”. Até aqui, tudo normal. O problema é quando aparece aquele filho que olha para os pais e parece ter sido entregue pelo motoboy errado.

Aí começa a investigação familiar. Porque uma coisa é a criança não parecer muito com o pai ou com a mãe. Outra é não parecer com absolutamente ninguém do casal. Nesse momento, o teste de DNA deixa de ser uma curiosidade e passa a ser praticamente um item de segurança doméstica. A tirinha é genial justamente porque não confirma nada: apenas planta a dúvida e deixa o leitor completar o crime na própria cabeça. No fim, pode ser genética… ou o carteiro da maternidade fez hora extra.

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