A resposta mais sincera possível para quem perguntou qual era a doença

A resposta mais sincera possível para quem perguntou qual era a doença

Tem gente que encara qualquer dificuldade da vida com uma tranquilidade impressionante, mas existe um limite para tudo. A pessoa pode aceitar boleto atrasado, perrengue no trabalho, falta de dinheiro no fim do mês e até aquela comida duvidosa de procedência questionável. Agora, quando o assunto envolve doença contagiosa, o instinto de sobrevivência assume o volante e a diplomacia simplesmente pede férias. É o famoso conceito brasileiro de estabelecer limites, só que com a delicadeza de uma porta batendo com vento.

O mais engraçado é que a resposta consegue transformar uma situação que deveria ser preocupante em uma aula de sinceridade sem filtro. Existe uma diferença enorme entre romantismo e falta de amor à própria vida, e aparentemente essa pessoa conhece muito bem essa fronteira. Afinal, relacionamento é importante, carinho é importante, química é importante… mas sair de um encontro precisando pesquisar sintomas no Google já é pedir emoção demais. O brasileiro pode até gostar de viver perigosamente, mas também sabe reconhecer quando a paixão está oferecendo um pacote completo de riscos biológicos. Nesse caso, o cupido claramente veio acompanhado de um infectologista.

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