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Vaga para relacionamento para o fim de ano

Vaga para relacionamento para o fim de ano

Chegou aquela época do ano em que até os corações solteiros parecem pendurar uma plaquinha de “procurando companhia” no pescoço. É quase como se fosse uma oferta de emprego temporário, algo como “Vaga para relacionamento para o fim de ano: candidatos com habilidades para abraços apertados e trocas de presentes são bem-vindos!”

É quase como abrir uma seleção para o cargo de “companhia festiva temporária”. Requisitos? Ser capaz de suportar as intermináveis músicas natalinas e estar pronto para a sessão de filmes românticos no sofá, com direito a cobertor e pipoca.

E as entrevistas para essa vaga? “Você se considera um expert em montar árvores de Natal?” “Sabe preparar um peru assado?” “Está apto a ouvir tias distantes contando histórias infinitas sobre o passado?” São perguntas fundamentais para a seleção, afinal, é preciso um preparo especial para entrar no espírito natalino a dois.


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Justo hoje ele fugiu

Justo hoje ele fugiu

Sabe quando seu namorado solta aquela desculpa bem peculiar? Pois é, tem vezes que a criatividade para fugir de compromissos parece ser mais fértil do que o próprio jardim da vizinha.

A desculpa do cachorro desaparecido é quase como uma novela mexicana da vida real. Ele, de repente, vira um detetive canino e sai em busca do pet perdido no fim de semana inteiro. É como se tivesse assistido ao filme do Marley & Eu e decidido viver sua própria aventura canina.

E lá vai ele, munido de fotos do Totó e da história triste de como o Totó sempre foi seu fiel escudeiro desde a infância. É quase como se estivesse entrando em uma competição de histórias mirabolantes, onde o vencedor ganha um fim de semana livre de compromissos.


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Como fazer seu filho pegar o busão

Como fazer seu filho pegar o busão

Sabe aquela luta diária de fazer o filho pegar o busão? É quase como tentar ensinar um polvo a andar de bicicleta: uma tarefa quase impossível. Mas, como dizem por aí, quando a vida te dá limões, você cobra pela viagem de ônibus!

A estratégia é simples: você começa a cobrar pelo “serviço de transporte VIP”. Afinal, pegar carona com o papai ou a mamãe não pode ser de graça, não é mesmo? É quase como um novo serviço de Uber, só que com taxas domésticas e vantagens exclusivas.

E o ar condicionado do carro? Ah, esse é o upgrade especial! É quase como estar dentro de um avião comercial, onde a brisa gelada do ar vale ouro. Então, claro, você decide que ligar o ar condicionado no carro tem um custo extra.


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Esse Final de ano vou ficar mais de boa

Esse Final de ano vou ficar mais de boa

Ah, o final de ano chegando e a desculpa perfeita para adotar a posição de “plantinha” em casa, naquela vibe “sem dinheiro, sem problemas”. É quase como se fosse uma estratégia de sobrevivência financeira transformada em férias caseiras de luxo.

Você, lá, na sua sala, fazendo planos grandiosos de viagens para a sala de estar e talvez, quem sabe, até uma excursão até a geladeira. É quase como um tour mundial pela própria casa, com direito a paradas estratégicas no sofá e na cama.

E a justificativa? “Estou sem dinheiro, amigo!”. É quase como se fosse um lema de guerra, uma bandeira levantada com orgulho em tempos de gastos exorbitantes. É a defesa pessoal mais eficiente desde o “eu sou de humanas” para escapar de cálculos matemáticos.

Mas olha só o lado bom: você se torna um especialista em programas caseiros, o CEO do entretenimento doméstico. É quase como ter a Netflix como melhor amiga e o delivery como parceiro de aventuras gastronômicas.


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Meu PC está com muita humildade

Meu PC está com muita humildade

Ah, quando o computador decide ser humilde demais, é quase como se ele estivesse numa competição de “quem é o mais modesto daqui?” com você. Aí você tenta ligar, e ele, todo humilde, diz algo do tipo: “Ah, não se incomode comigo, eu não sou tão importante assim”.

É quase como se o PC estivesse seguindo uma cartilha de humildade extrema, tipo um monge no mosteiro da tecnologia. Ele está lá, se esforçando para não chamar a atenção, enquanto você só quer que ele funcione sem fazer drama.

E quando você tenta abrir um programa e ele responde com aquele ar modesto: “Ah, desculpe, mas acho que não sou capaz de fazer isso”. É quase como se fosse um tutorial de como ser humilde em todas as situações, até mesmo quando se trata de tarefas simples.


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